Ancoradouro

Cada vez menos tinta e menos vergonha

A cada dia que se passa a nudez feminina ou masculina cresce na TV brasileira. Será que chegaremos – a exemplo da Holanda – a criar um partido que “luta”  pela nudez  em qualquer horário e outras cositas mais como pornografia liberada e até – pasmem – não considerar a pedofilia como um crime?

A mulata do carnaval da Globo a  cada ano tem a tinta que lhe serve de roupa diminuida. Ela requebra, requebra e requebra em pleno horário da tarde e até da manhã. O close da câmera sabemos onde foca. E todos assistem, assistem e …acham lindo. E dá-lhe mulatas descendo o morro e invadindo as telas.

Como o relativismo, para tudo encontra um nome politicamente correto, a isto chamam de “nú artístico”. Então, pelo trocadilho escamoteia-se a semvergonhica, a imoralidade que ainda ganha o status de arte. Logo, as mulheres nuas a desfilar no carnaval é arte.

Mas a nudez na televisão não é obra apenas da emissora global. A rede Record que têm como dono um bispo evangélico apresenta a cada domingo um desfile de homens e mulheres – em plena tarde – com suas intimidades protegidas apenas por tinta. Essa moda bem poderia pegar nos cultos do reverendo que prega o contrário do que manda o evangelho.