Clube da Luta

Camila Albuquerque conta a sensação de representar o MMA na passagem da tocha olímpica em Fortaleza

Camila Albuquerque durante o trajeto do revezamento da tocha. Foto: Arquivo Pessoal

Camila Albuquerque durante o trajeto do revezamento da tocha. Foto: Arquivo Pessoal

No dia 24 de fevereiro de 2015, Camila Albuquerque entrou para a história ao se tornar a primeira brasileira a atuar como árbitra central do UFC. Um ano e quatro meses depois, a veterinária cearense viveu mais um dia inesquecível em sua vida, sendo uma das condutoras da tocha olímpica em Fortaleza, ocorrido nesta terça-feira, dia 7. No grupo dos praticantes de esportes não olímpicos, Camila representou o MMA Cearense no evento que celebrou o clima olímpico dos Jogos Rio 2016 em solo cearense.

O blog Clube da Luta acompanhou a preparação de Camila no dia do revezamento do fogo olímpico e testemunhou de perto a empolgação que a árbitra viveu nos pouco mais de 300 metros em que ela carregou o símbolo olímpico pela Avenida Leste-Oeste, na orla fortalezense.

Blog acompanhou os minutos que antecederam a participação de Camila no revezamento. Foto: Bruno Balacó/O POVO

Blog acompanhou os minutos que antecederam a participação de Camila no revezamento. Foto: Bruno Balacó/O POVO

“Ansiedade a mil. Coração batendo acelerado. Chance única dessa, um momento histórico. Poder representar o meu esporte, que não é olímpico, mas vou estar representando, conduzindo a tocha, é uma emoção muito grande”, descreveu Camila, que treina artes marciais com a equipe V8.

Ela se disse também bastante honrada com a oportunidade de ser a representante do MMA no revezamento da tocha. “Como um todo, a parte da arbitragem e o fato de eu ser mulher, tudo isso gira como um orgulho muito grande. É um momento que sei que é realmente histórico. Sei que está sendo muito importante para mim”, destacou.

Camila já atuou em dois eventos do UFC no Brasil. Foto: Divulgação

Camila já atuou em dois eventos do UFC no Brasil. Foto: Divulgação

Camila foi escolhida como uma das 157 condutoras da tocha olímpica em Fortaleza através de um concurso cultural, em que contou sua história de vida e acabou selecionada. Ela que conta, que ao receber a informação de que havia sida escolhida, não acreditou de cara que o seu sonho de fazer parte da cerimônia dos Jogos Olímpicos havia virado realidade.

“Estava em uma palestra quando me ligaram informando que eu fui selecionada. Achei que fosse trote. Não acreditei. Depois veio o e-mail com a confirmação de várias etapas. No final, veio a confirmação. Foi sensacional. Depois veio a confirmação que eu ganharia a tocha. Foi muito bom. É uma sensação que não dá para descrever”, descreveu

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