Plínio Bortolotti

Joel Silveira, o filho, me escreveu

Podem chamar de vanidade, mas não resisti a reproduzir, como postagem, o comentário que deixou neste blog Joel Silveira Filho, devido ao texto que escrevi a respeito do pai dele comprando-o, em favor do repórter brasileiro, com o americano Gay Talese.

Respondi ao filho dizendo que recebi o texto como se fora do próprio pai.

O post pode ser visto aqui. O comentário de Joel Silveira filho, a seguir:

«Como filho anônimo do grande reporter (era como gostava de ser intitulado) Joel Silveira, é muito gratificante para mim ver a obra e sua personalidade como profissional ser reconhecida, principalmente pelos que militam na imprensa atual sem perder de vista os desbravadores/inovadores que deixaram sua marca na história do jornalismo desse País, entre eles, Joel Silveira. Naquela época, reporter era pura vocação, um dom. Meu pai sempre dizia que jornalismo não se aprende em faculdades, mas próximo das “rotativas” dos jornais e se virando como “foca” à caça de assuntos que alimentassem a voracidade dos leitores pelo que estava acontecendo em qualquer lugar do planeta. Joel Silveira Filho.»

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