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4 mulheres empreendedoras que você deve conhecer

Nós sabemos que o mês de março sempre traz muitas homenagens às mulheres, é verdade. A data comemorativa de 8 de março traz campanhas e mais campanhas nem sempre tão interessadas no empoderamento feminino, mas isso não vem ao caso. A gente não quer fazer homenagem bonitinha, e sim espalhar a história dessas mulheres empreendedoras que inspiram tantas outras no Brasil.

 

No Brasil, o número de mulheres à frente de empresas com até 3 anos e meio de existência ultrapassou o de homens, segundo o estudo Global Entrepreneurship Monitor 2016. Esse mesmo estudo informa que o número de mulheres que tem iniciado negócios inovadores é 5% superior ao de homens.

 

O pessoal da Sambatech fez um post muito interessante sobre empreendedorismo feminino, definindo-o bem e apresentando algumas mulheres empreendedoras que devemos conhecer. Além delas, decidimos contar a história de 4 grandes empreendedoras que hoje são destaque no Brasil, na frente de grandes empresas brasileiras e, como gostamos muito de puxar o peixe pro lado do nosso Rapadura Valley: duas delas são cearenses!!!

 

Vale também dar uma olhada em posts de duas empreendedoras cearenses que já passaram pelo nosso blog: A Fernanda Catunda, da AgendaEdu, já conversou com a gente sobre Sucesso do Cliente e a Melina Brito, da Chatbotmaker, que falou um pouco sobre Messenger Marketing.

 

Vamos agora conhecer a história dessas grandes empreendedoras?

 

Luiza Trajano – Magazine Luiza

 

Quando Luiza assumiu a loja de seus tios, há mais de 20 anos atrás, a Magazine Luiza era uma rede de lojas no interior de São Paulo. Luiza Trajano iniciou o projeto de expansão da empresa para outros estados e ao modelo inovador de compra por loja virtual, tornando a Magazine Luiza pioneira em e-commerce.

 

Uma das três mulheres mais poderosas do Brasil, segundo a Forbes, Luiza também defende o empoderamento feminino e a maior participação de mulheres em cargos de comando de empresas. Também sob seu comando, a empresa descentralizou as tomadas de decisões, dando voz aos seus funcionários, tratando-os individualmente como empreendedores.

 

Cristina Junqueira – Nubank

 

A vice presidente e cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, é a única brasileira – e mulher – entre os sócios da fintech de cartões roxinhos. Cristina já fez parte do mundo das grandes corporações e conta que se demitiu no dia que ganhou seu maior bônus para investir em um projeto que brilhasse os olhos.

Ousaríamos dizer que o time é um dos principais recursos e chave do sucesso da startup, que Cristina pontua também como desafio encontrar pessoas qualificadas para as vagas. Mesmo assim, para garantir a inovação na empresa, a diversidade está entre os valores de contratação, e 40% do time é formado por mulheres.

 

Aline Ferreira – Aço Cearense

 

Ao se tornar vice-presidente Comercial e Financeira da Aço Cearense, Aline Ferreira teve não só a benção, mas conquistou respeito do pai e de todos os colaboradores e sócios da empresa, que sabiam que ela estava pronta para liderar.

 

Tendo passado por diversos cargos no grupo, além dos que trabalhava, por diversão, desde a infância, Aline conta que se inspira na essência empreendedora do pai e continua perpetuando seus valores na terceira geração família, incentivando-os a manter a visão do acionista, envolver os colaboradores na cultura da empresa e investir em processos e pessoas.

 

Juliana Freitas – FortBrasil

 

Caçula da família, Juliana Freitas sempre questionou a pouca presença de mulheres em cargos de liderança de grandes empresas. Ao se tornar presidente da FortBrasil, empresa que oferece produtos financeiros para as classes C e D, ela trabalha para empoderar não só suas colaboradoras, mas também suas clientes.

 

Dentro da empresa, Juliana propôs uma cultura onde as relações do trabalho são vistas com maior cuidado. Com 60% dos cargos de liderança sendo femininos na FortBrasil, a relação entre trabalho e maternidade, por exemplo, é vista por outros ângulos: busca-se novas formas de manter o engajamento da mãe e flexibilizar sua participação física na empresa.

 

Incrível, né? É bom saber que temos ainda muitas outras histórias de mulheres empreendedoras a serem contadas, e esperamos que essas histórias inspirem outras mulheres a, quem sabe, serem as histórias que contaremos no futuro. 😉

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