Ancoradouro

Irmã Cristina: o que é que essa freira tem?

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O esteriótipo que se criou das freiras é o de mulheres frias, arrogantes, megeras e sisudas. Definitivamente, esse protótipo não se encaixa na desenvoltura da Irmã Cristina, freira que tem arrebatado a atenção do público e críticos em suas apresentações no The Voice, versão Italiana. 

Irmã Cristina segue no Reality

Irmã Cristina segue no Reality

Ela não usa decotes, não faz coreografias sensuais, não diz palavras dúbias. Conquista a todos com a potência de sua voz, a simpatia contagiante que brota de uma alegria pura, inocente. O resultado é visto a olho nu a cada performance da freira, que já foi noviça e de reblede não traz nada. “Sou verdadeirissimamente, friera”, disse em sua primeira apresentação. Poderíamos chamá-la de ousada.

Em sua última apresentação no palco do Reality, o público a acompanhou de pé. O jurado, cabeça do time em que a freira optou em ficar, não disfarça a emoção. J-Ax mareja os olhos, vibra e externa um olhar de contemplação e admiração  à freira de sorriso inocente.

Irmã Cristina passou em mais uma fase do Reality. A decisão foi do público que gostou e aprovou a apresentação da irmã cantando “Uno su mille”.

Veja a apresentação de Irmã Cristina

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=rxZ2Hpu5W5E[/youtube]

Da Itália para Fortaleza

Irmã Maria Teresa na aula de bateria.

Irmã Maria Teresa na aula de bateria.

A cena não é muito comum e desperta a curiosidade de muita gente. De hábito marrom e crucifixo à mostra, as freiras do Instituto Hesed se dedicam ao toque das baquetas e do contrabaixo na Escola Bateras Beat, em Fortaleza. Com uma postura disciplinada e cheia de entusiasmo, as irmãs religiosas Maria Teresa, 29 anos, e Maria Michaela, 30 anos, mostram talento e ousadia quando o assunto é tocar e evangelizar.

“Muita gente fica surpresa, mas estamos atendendo ao chamado do São João Paulo II de procurar novos meios de evangelizar. Queremos resgatar a juventude através da música” afirma irmã Maria Teresa que há 12 anos se consagrou à vida religiosa.

“Tocar e cantar é muito mais que expressar um sentimento, é uma forma de se chegar ao coração das pessoas. Cada música, cada nota é uma forma de tocar na alma. A música ajuda os jovens a terem uma experiência real com Deus nesse mundo marcado pelo pecado” explica a religiosa irmã Maria Michaela.

 Tocando com arte  

O coordenador e professor da Escola Bateras Beat, Giovanni Giandinni também é outra forte influência para as alunas.  Ele é músico e baterista por formação, concluiu seus estudos de bateria na Academia de Música Moderna de Milão e foi integrante da Banda italiana Gen Rosso, do movimento Focolares,  que nasceu como finalidade a construção de um mundo melhor e unido.

 

Aulas de bateria atrai freiras que evangelizam pela música.
Aulas de bateria atraem freiras que evangelizam através da música
Aprender a tocar um instrumento leva tempo e muito esforço, o que realmente lhe ensina paciência e perseverança. Aqui no Bateras Beat, única escola especializada em Bateria, o aluno aprende a técnica, lê as partituras e faz exercícios de coordenação motora. É um estudo metódico, repetitivo, coordenado e que exige do aluno de qualquer idade concentração e disciplina. Além de ser um excelente antídoto contra o stress. Tocar um instrumento promove a felicidade em sua vida e aqueles ao seu redor” ressalta Giovanni.

Para quem gosta de baquetas 

Criada em 2012, a Escola de Bateria Bateras BEAT é uma franquia presente em todo o Brasil e no exterior com foco no ensino exclusivo de bateria. O BaterasBeat utiliza metodologia própria, o método de Dino Verdade, com aulas individuais e estrutura especial. “Contamos com professores capacitados em suas áreas de conhecimentos musicais e instrumentais, ambiente propício para a troca e ao aprendizado, salas individuais e coletivas, apostilas próprias e livros direcionados, intercâmbios, workshops e eventos exclusivos”, explica Giovanni Giandini.

Serviço: Escola Bateras Beat – Rua Joaquim Nabuco, 2326. Dionísio Torres (85) 3081-8081.Baterasbeatfortaleza.blogspot.com

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3 Comentários

  • Carlos disse:

    Não, a freira não tem este esterótipo, nem deve ter o da Irmã do The Voice. Aliás essa irmã do the voice poderia muito bem seguir a vocação de mundo, de cantora. O que ela está fazendo não é compatível com uma pessoa consagrada. Ela não está evangelizando, não está dando testemunho de Cristo a ninguém, ao contrário ela está vulgarizando a vocação especial a qual ela parece ter sido chamada. Digo parece porque ela vai ter duvidas em algum momento pois o mundano está tendo muita influencia na sua vida. O modelo para ela deve ser Nossa Senhora. Ou quem sabe olhar para a vida de Santa Faustina, Santa Bernadete, MadreTeresa, SantaTerezinha, WTC, etc

  • carlos r rodrigues disse:

    Carlos, não julgue para não ser julgado, procure ler um pouco da historia da igreja, muitas destas santas que vc mencionou e pessoas na igreja, foram incompreendidas, perseguidas no seu tempo, porque encontraram pessoas com este seu pensamento retrogado, não em consonância com o seu tempo e lugar, quantas obras hoje não existiram se não fossem elas, não citarei quais para que vc procurando, talvez, tenha um amadurecimento pessoal…. saia da redoma.

  • Alexandre disse:

    SÓ FALTA AGORA ESSA FREIRA VIRAR SANTA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    COISAS DE CATÓLICOS!!!!!!!!!!!!!!!!!

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