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Maconha no BBB21? Senador aciona Procuradoria-Geral do RJ

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Senador Eduardo Girão (Podemos -CE) acionou Luciano Oliveira Mattos de Souza, Procurador-Geral do Rio de Janeiro, para investigar possível uso de maconha no reality show Big Brother Brasil – BBB, exibido pela TV Globo.

Ex-sister aparece fumando em reality show.

 

O ofício do parlamentar se refere a uma cena protagonizada por  Karol Conká,  exibida no programa em 23 de fevereiro, “que dá a entender estar consumindo a referida substância entorpecente”.

Nas imagens, Karol manipulando um cigarro  entre o cinzeiro e a boca.

Ainda segundo o ofício do Senador, “o caso teve repercussão nas mídias sociais, com questionamento de muitos quando à legalidade do ato, pois o uso da cannabis ainda é ilegal  tipificado como crime, nos termos da Lei nº 11.343/2006, chamada Lei de Drogas”.

Assessoria de Comunicação da TV Globo, em nota ao G1, também da TV Globo, informou que “o objeto nas mãos da cantora é um cigarro de tabaco.” Na notícia, o portal descreve “que as imagens mostram Karol fumando um cigarro de palha”.

O que diz Karol Conká sobre a maconha

Em 2018, em entrevista para a revista Glamour, a rapper Karol Conká declarou que fumar maconha a deixava mais tranquila. “Gosto de fumar, mas antigamente fumava mais. Fumar demais atrapalha. Tudo demais atrapalha”, dispara. “Falo para o meu filho que quando ele quiser fumar, para me avisar, que eu que vou botar para ele. Ele responde que nunca vai fumar. Respondo: ‘Arrasou!’. Filho de maconheiro não fuma”.

Tabagismo mata

Diante da edição do reality mais engajada, nem a nota, nem a notícia da TV Globo mencionam os riscos atrelados ao consumo do tabaco. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, doenças relacionadas ao fumo matam mais de 5 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, o tabagismo é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano.

Cigarro de palha também mata e vicia

O uso de cigarro de palha é tão prejudicial quanto os industriais. Além de viciar, o consumo desse produto altera a saúde bucal.

“O velho cigarro de palha agora não está na boca dos caipiras, mas na boca de um grande número de jovens da classe média urbana. Em algumas cidades brasileiras cerca de 30% a 50% dos cigarros vendidos já são palheiros.

Você não imagina o que é ter enfisema e não conseguir andar alguns metros sem cansar. Você não imagina como é devastador um câncer de boca, de garganta ou de pulmão. Estas doenças deformam, causam sofrimento e matam. Todas são consequências naturais do uso de um “produto natural”. Não vale a pena pagar para ver. Não há retorno possível’, alerta Luis Paulo Kowalski, cirurgião oncologista, em artigo para a Revista Veja. 

Tabagismo e Covid-19

No atual cenário, tabagismo e Covid são consideradas pelos especialistas duas pandemias que se agravam, uma “combinação fatal”.

Segundo os pesquisadores, fumar, além de favorecer a piora da infecção, agrava a transmissão do vírus.

Apresentar pessoas fumando, ainda que cigarro de palha, em um programa assistido por milhões de pessoas é um desserviço, ainda mais em tempos de pandemia.

 

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6 Comentários

  • Cleudo Fonseca disse:

    CADEIA PESADA PARA USUARIOS PORQUE EKES ESTIMULAM OS TEAFICANTES E PRODUTORES DE DROGAS. AS PENAS DEVEM SERCUMPRIDAS I TEGRALMENTE E SEM DIREITO A BENEFICIOS COMO SAIDA TEMPORÁRIA E REDUÇÕES DE TEMPO NÃO SERÃO POSSIVEUS NESSES CASOS

  • Atualmente o Brasil, infelizmente, é um dos países que enfrenta além da pandemia do coronavírus, um aumento considerável no consumo de narcóticos como: crack, cocaína, metanfetamina, maconha e ketamina.
    Com a crescente alta no consumo de narcóticos durante o período da pandemia no ano de 2020 o número de internações em clínica de recuperação para dependentes químicos aumentou consideravelmente. Elevando as filas no procedimento de internação tanto em hospitais psiquiátricos quanto em comunidades terapêuticas.
    Atualmente o Brasil, infelizmente, é um dos países que enfrenta além da pandemia do coronavírus, um aumento considerável no consumo de narcóticos como: crack, cocaína, metanfetamina, maconha e ketamina. Posto isso, esse artigo serve como um alerta amarelo para informar os leitores das Clínica de Recuperação Saúde Premium, que nossas unidades estão mais que preparadas para ajudar tanto quem é familiar de dependentes químicos, quanto os próprios dependentes.
    Desta maneira, estamos juntos na batalha contra as drogas. E viemos dar o nosso apoio aos nossos leitores. Trazendo sempre matérias informativas e atuais para que sejam informadas as condições que nosso país enfrenta perante a crise do coronavírus e, em decorrência do isolamento, da explosão do consumo de drogas durante esse período. O isolamento social foi um dos fatores que mais contribuiu para que dependentes químicos que estavam em processo de recuperação, recaíssem. Muitos dos usuários esporádicos se tornaram usuários recorrentes e os recorrentes se tornaram abusivos.
    A intenção é desmistificar a questão da internação como última instância. Muitas das famílias por falta de conhecimento acreditam que deve-se recorrer às instituições – Hospitais ou Clínicas – em última caso. Justamente porque é o meio que salva muitas vidas, mas ao mesmo tempo que mais consome recursos financeiros. Sendo assim, esperar esgotar esses recursos e realizar um investimento em uma instituição é primordial para o pontapé inicial para o tratamento da dependência química e da doença do comportamento adictivo. Desta forma vamos observar alguns dados interessantes.
    A Pandemia do Coronavírus
    O primeiro relato de uma doença classificada como uma das SARS – Síndrome Aguda Respiratória – surgiu em 2002 e novamente meados de Dezembro de 2019. O mundo inteiro ouviu falar que um mercado na região de Wuhan (武漢) na China disseminou um vírus que se reproduzia em células pulmonares e que consequentemente afetam este órgão. E que pessoas que sofriam de algumas doenças como hipertensão, problemas renais, problemas respiratórios como asma e bronquite, portadoras de carcinomas e de HIV estariam mais suscetíveis a letalidade do vírus.

    O Isolamento Social
    Entretanto em fevereiro de 2020, pouco mais de dois meses após a notícia dessa síndrome, o mundo se viu no começo de uma pandemia de coronavírus (SARS-Cov2) e diversos países fecharam suas fronteiras e disparam o alerta de pandemia local. Depois da China, a Europa especialmente a Itália e França começaram a sofrer as consequências. Posteriormente as Américas do Norte (EUA) e do Sul (Brasil) enfrentaram surtos ainda mais exponenciais da doença como jamais visto na história desses dois países. Sendo assim, uma das medidas mais importantes para frear a disseminação do vírus, além dos procedimentos de higiene constante pessoal, é o isolamento social.
    Contudo o Isolamento social também foi um fator preponderante para que as pessoas começassem a desenvolver doenças relacionadas à esse isolamento social como depressão, transtorno de ansiedade generalizada (TAG), estresse, angústia, e distúrbios psicológicos como transtorno obsessivo e compulsivo. Além do mais, pessoas que eram usuárias de drogas tiveram consideravelmente um aumento no consumo de entorpecentes.

    Aumento no Consumo de Narcóticos
    Quando começou a questão do isolamento social em meados de Março de 2020, não se imaginava que o período de quarentena seria estendido até meados de agosto. Foram em média 5 meses de quarentena no estado de São Paulo. Com isso, explodiu o consumo de drogas dentro desse período. A quantidade de cocaína, maconha e crack consumidas dentro desse período nunca na história da humanidade, foram tão expressivas. Além do mais, como o próprio site do UNIAD relatou em suas pesquisas, o fechamento das fronteiras devido a pandemia do coronavirus fez com que houvesse escassez de drogas nas ruas, com isso, a pureza das mesmas diminuiu consideravelmente.
    Consumo e Internação
    Conforme anteriormente declinado, a escassez de narcóticos foi tão grande que a necessidade de incrementar as drogas com outros compostos foi necessário para que a demanda fosse atendida rapidamente. Como consequência, felizmente, muitas famílias conseguiram entrar com procedimentos de internação involuntários e voluntariado rapidamente. E direcionarem os usuários para clínica de recuperação para dependentes químicos em diversas localizações do estado. Muitos hospitais psiquiátricos também foram procurados por diversas famílias.
    A Necessidade da Internação
    A necessidade de internação em clínica de recuperação para dependentes químicos é justamente para sanar o uso abusivo e recorrente do dependente além de dar um tempo para o organismo processar a falta da substância. Sendo assim, o cessar fogo de uso é notoriamente importante para que a personalidade da pessoa vá voltando e os raciocínios lógicos sobre a vida também. Para que isso ocorra de maneira mais eficaz e menos dolorosa, as instituições estão disponíveis.
    A adesão ao tratamento por parte do paciente é importante para o tratamento. E nós das Clínica de Recuperação Saúde Premium sabemos o quão importante é a necessidade do alinhamento entre família, dependente químico e instituição. Alcançar esse tratamento com a máxima eficácia é considerável para uma recuperação bem sucedida, evitando processos de recaídas comportamentais e de reincidência no ciclo de uso da droga de escolha. Sendo assim, nossa unidades oferecem o melhor tratamento para o tipo de dependência. Alinhando todos esses fatores de maneira igualitária.
    Por fim, o tratamento da doença do comportamento adictivo em clínica de recuperação para dependentes químicos é importante mas além de desmistificado não deve ser romantizado.
    Entender que existem fatores que são prejudiciais à recuperação como as recaídas, mas que ao mesmo tempo fazem parte do processo de recuperação. Afinal um comportamento que vêm de muitos anos de adicção não se muda de um dia para noite. Não é colocar um dependente em uma instituição e achar que o problema da droga adicção será resolvido lá em prazo de dias ou meses. A dependência química é sim uma doença que se trata com o tempo e com seriedade e que só uma pessoa escolhe viver em recuperação, o adicto.

  • Atualmente o Brasil, infelizmente, é um dos países que enfrenta além da pandemia do coronavírus, um aumento considerável no consumo de narcóticos como: crack, cocaína, metanfetamina, maconha e ketamina.
    Com a crescente alta no consumo de narcóticos durante o período da pandemia no ano de 2020 o número de internações em clínica de recuperação para dependentes químicos aumentou consideravelmente.

  • Atualmente o Brasil, infelizmente, é um dos países que enfrenta além da pandemia do coronavírus, um aumento considerável no consumo de narcóticos como: crack, cocaína, metanfetamina, maconha e ketamina. Com a crescente alta no consumo de narcóticos durante o período da pandemia no ano de 2020 o número de internações em clinica de recuperação para dependentes químicos aumentou consideravelmente.

  • Atualmente o Brasil, infelizmente, é um dos países que enfrenta além da pandemia do coronavírus, um aumento considerável no consumo de narcóticos como: crack, cocaína, metanfetamina, maconha e ketamina. Com a crescente alta no consumo de narcóticos durante o período da pandemia no ano de 2020 o número de internações em clinica de recuperação para dependentes químicos aumentou consideravelmente.aa

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