Clube da Luta

Com o título conquistado por Cris Cyborg, Brasil tem pela 1ª vez na história duas campeãs em categorias femininas no UFC

A paranaense Cris Cyborg nocauteou a americana Tonya Evinger, no 3º round da luta disputada nos EUA SEAM N. HALLEY/AFP

O protagonismo hoje é delas. Na mais badalada organização de MMA do mundo, o Brasil conta com dois títulos e os postos são ocupados por mulheres. O País, que já tinha Amanda Nunes no topo da divisão dos pesos-galos feminino, ganhou uma nova campeã no último sábado: Cristiane Justino, a Cris Cyborg. No UFC 214, disputado em Anaheim (EUA), a lutadora paranaense, confirmou o favoritismo e nocauteou a americana Tonya Evinger, no 3º round da luta, conquistando cinturão dos pesos-penas feminino.

Para Cyborg, a conquista também teve um sabor especial, já que representa o auge da carreira de uma atleta já consagrada no esporte, por títulos em outros dois eventos de peso (Strikeforce e Invicta FC), e é apontada como uma das precursoras do esporte, na ativa no mundo das artes marciais há 12 anos. Ela planeja defender o título até o fim do ano. E a provável adversária é a americana Holly Holm, ex-campeã dos galos do UFC.

O Brasil só não tem campeã na divisão dos palhas, mas está bem representado com Claudinha Gadelha e Jéssica Bate-Estaca, além da cearense Viviane Sucuri, invicta na organização.

MÁ FASE NO MASCULINO

Na contramão, a ala masculina dos brazucas anda em baixa e levou a pior nas últimas disputas de título. No sábado, Demian Maia perdeu a chance de ser campeão dos meio-médios ao ser derrotado, por pontos, pelo americano Tyron Woodley, que segue campeão.

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