
Dessa forma, as consequências podem chegar à gravidez precoce, à contração de uma DST ou de aids e, na maioria das vezes, à evasão escolar.
Para ela, todo jovem tem direito a uma sexualidade segura. “Nos dias de hoje contamos com diversas publicações que tratam da sexualidade de forma adequada e falar de sexo com nossos filhos não significa que os estamos incentivando a ter relações precocemente, mas, sim, possibilitando que aumentem suas chances de um desenvolvimento sexual saudável e feliz.
Esse diálogo deve ser feito em casa e continuado na escola de forma programática”, sustenta.
Fonte: Jornal da Tarde (SP)
Para ler o artigo na íntegra: www.Childhoodbrasil.org.br