Segundo Nicolau Lupianhes, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, os resultados são satisfatórios, mas, por ser novo, o CNA ainda demanda alguns ajustes relativos à tecnologia e ao cadastro em si. Ele acredita que, em geral, a ferramenta tem cumprido o objetivo.
Já a juíza Maria Lúcia Espíndola, da 2ª Vara da Infância e da Juventude de Curitiba, elogia os avanços que o Cadastro proporcionou, mas faz uma ressalva com relação aos ajustes necessários. Para ela, o sistema deve ser mais bem desenvolvido a fim de que seja mais eficiente e tenha uma alimentação e atualização mais ágil dos dados que registra.
Fonte: Folha de Londrina (PR)