Má formação fetal, infecções maternas, hipertensão, diabetes e problemas de desenvolvimento do feto estão entre as principais causas do problema, cujo combate passa por um pré-natal de qualidade.
Para a ginecologista e obstetra Lourdes Terezinha Pcheblski, um dos desafios é aumentar a adesão ao pré-natal precoce. “Muitas vezes a mulher chega (para fazer o exame) no quinto mês de gestação, quando já não é possível tratar doenças preexistentes. O ideal é sempre começar o acompanhamento médico o mais rápido possível”, enfatiza.
Fonte: Gazeta do Povo (PR)