Fisioterapia & Saúde

Conheça o tratamento no pós-cirúrgico de abdômen

Durante essa cirurgia podem ocorrer alterações como deslocamento abdominal aumentado, espessura do retalho abdominal remanescente e rompimento dos vasos importantes que favorecem as alterações de cicatrizações como necrose.
A cicatrização de feridas é um processo complicado, interativo e integrativo, que envolve atividade celular e quimiotáxica, com liberação de mediadores químicos associados a respostas vasculares. É composta por uma seqüência de eventos que culmina no total fechamento da derme lesionada, sendo o reparo constituído pelas fases de inflamação, proliferativa e remodelamento da matriz.
As alterações das cicatrizações são responsáveis por uma baixa síntese de colágeno, além de contribuírem para aumentar os riscos de infecções e o tempo do reparo tecidual. Tendo em vista os agravantes mencionados, atualmente os estudos buscam novos métodos terapêuticos que possam solucionar ou ainda minimizar as falhas no processo de reparo tecidual.

n Tais métodos responsáveis por esse processo de cicatrização envolvem a Terapia Laser de Baixa Intensidade, e o Ultra-Som. A Fisioterapia vem mostrando nos últimos anos, grandes resultados na utilização do laser como recurso terapêutico. O mecanismo de ação do Laser é um efeito modulatório dose-dependente no metabolismo fibroblástico e deposição colágena. A atuação do laser de baixa potência ocorre no campo da biomodulação atribuindo o aumento do alcance dos efeitos biológicos.  O laser pode ser ainda utilizado  em diversas patologias que ferem a pele como nos casos de herpes labial, pós-cirúrgicos de joelho, herpes zoster, ulcera varicosa, ulcera de pressão, biomodulador ósseo e principalmente como efeito analgésico e antiedematoso.
A Fisioterapia Clínica demonstra através de dados reais benefícios da terapia laser em patologias que necessitem da estimulação cicatricial, como as feridas abertas em pacientes diabéticos e úlceras de pressão, otimizando as terapias atuais e minimizando cada vez mais os procedimentos invasivos e agressivos aos pacientes.

Fonte: A Crítica Campo Grande MS

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *