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Jorge Mota após protesto da torcida do Fortaleza: “Não achei justo e peço paciência”; dirigente também defende Felipe

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“Não achei justo, de jeito nenhum. Chamar o time de sem vergonha com 15 minutos de jogo não existe. Eu tenho que pedir paciência para a torcida, nossa expectativa era realmente de uma atuação melhor, mas não tem sentido a torcida partir pra cima da gente no primeiro jogo desta forma. Espero que quarta-feira a torcida vá ao estádio e traga apoio, como fizeram os torcedores do Ferroviário contra a gente. Você olhava para a arquibancada e eles estavam apoiando. Nós queremos melhorar, evidente, mas isso nos prejudica. O apoio é importante pra gente”.

Conversei com Jorge Mota, presidente do Fortaleza, no meio da tarde desta segunda-feira. A declaração acima é que o presidente do tricolor pensa dos protestos durante e após o empate do time contra o Ferroviário.

O dirigente estava inconformado com a pressão exercida pelos torcedores, que não tiveram qualquer paciência com a má atuação da equipe ainda na primeira rodada do Campeonato  Cearense.

Jorge também disse que o lateral direito Felipe não pode ser sacrificado por ter se expressado mal durante coletiva na semana que passou, quando disse que, após renovar o contrato, seu objetivo era sair do clube. “O que ele falou foi o que nós dissemos pra ele quando chegaram várias propostas para levá-lo de graça no ano passado. Então, ele renovou, foi muito correto conosco e o seguramos. Assim, e falamos isso pra ele, se nesses três anos, ou antes, ele jogue bem e chame atenção de outros clubes, podemos negociá-lo. Não é certo que a torcida fique vaiando o jogador”.

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