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Fortaleza: no Castelão, desafio é deixar de ser quinto pior ataque como mandante da Série A

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WP9 é o artilheiro do Fortaleza na Série A e no Castelão. Foto: Aurélio Alves

Precisando vencer os próximos dois jogos – recebe o Goiás e o Fluminense na Arena Castelão – para terminar o primeiro turno com aproveitamento distante da zona de rebaixamento, o Fortaleza tem como missão corrigir erros que neste momento do Campeonato Brasileiro o colocam como o quinto pior ataque da competição levando em conta apenas as campanhas dos mandantes.

São apenas oito gols marcados em sete partidas, média de 1.14 por jogo. Somente Botafogo, Cruzeiro, Avaí e CSA anotaram menos gols do que o Tricolor quando atuam em casa.

A falta de pontaria dos jogadores da equipe, hoje comandada por Zé Ricardo, chama a atenção na Arena Castelão e o problema definitivamente não está no número de oportunidades importantes criadas mas, sim, na eficiência. A prova está no fato do Fortaleza ser o quarto pior elenco em aproveitamento de finalizações como mandante. Das 91 tentativas em casa, apenas 34,1% foram em direção ao gol adversário.

O cenário alerta para a falta de tranquilidade dos atletas na hora das definições, além da necessidade urgente de capacitação técnica para balançar as redes. Dos oito tentos marcados, Wellington Paulista, artilheiro do time, foi responsável por três; o zagueiro Nathan e os atacantes Romarinho, Edinho e André Luis marcaram uma vez cada, além do gol contra de Manoel, defensor do Corinthians, na derrota do Leão por 3 a 1.

Com 18 pontos e ocupando a 15a. colocação da Série A, o Fortaleza tem como objetivo somar seis pontos nos dois próximos confrontos em casa, até porque Goiás (próximo domingo, 1 de setembro) e Fluminense (sábado, 7 de setembro) são concorrentes diretos na briga pela permanência na primeira divisão em 2020. Chegando aos 24 pontos, o Tricolor ainda teria a partida contra o Bahia, em Salvador, para deixar a campanha mais robusta e distante da zona de rebaixamento.

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