Plínio Bortolotti

CPJ: banco de dados relaciona mais de 750 jornalistas assassinados desde 1992

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cpjO CPJ [Comitê de Proteção aos Jornalistas], entidade com sede em Nova York, organizou um banco de dados mostrando que, desde 1992, mais de 750 jornalistas foram assassinados e vários países do mundo, em decorrência do exercício profissional.

O trabalho faz parte da Campanha Mundial Contra a Impunidade, que  busca pressionar os governos a solucionar os crimes e levar os responsáveis aos tribunais.

Nos 20 países onde mais houve mortes de jornalistas, o Brasil aparece em 16º lugar, com 16 mortes. O Iraque está no topo da lista com 141 mortes de jornalistas, desde 1992.

O banco de dados, em inglês [a consulta é fácil] pode ser visto aqui.

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2 Comentários

  • Além de não ter mais o diploma como obrigatório pelo STF ,ainda, é uma profissão de risco.Daqui a pouco,ninguém quer mais ser jornalista tendo em vista os perigos e ameças que correm todos os dias em busca da profissão.Associados aos policiais e professores que são ora mortos,ora agredidos , fica aqui a nossa solidariedade aos companheiros da informação,vítimas da violência do capitalismo e da falto de respeito aos Diretos Humanos de Informção e Segurança.

  • Mayara Oliveira disse:

    Acredito que apesar de alguns impecilhos, o jornalismo forma amantes da profissão, a falta de segurança e não obrigatoriedade do diploma são só alguns dos fatores negativos, que na maioria das vezes se torna coisa insignificante quando se trabalha com amor à profissão! Mas que de fato existem problemas, existem, como em qualquer profissão hoe em dia.

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