Plínio Bortolotti

Antropólogo diz que Veja lhe atribui “mentirosamente” declaração sobre índios

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3 Comentários

  • Lima disse:

    A VEJA é que deveria ser estudada do ponto de vista antropológico.

    Explico-me: Revistas semanais sao compradas por gente que quer se informar. Logo, o público desses meios de comunicacao é, necessariamente, constituído de pessoas minimamente educadas. Aqui entra a pergunta: Por que gente educada compra esse tipo de produto de baixíssimas qualidade e reputacao?

    Nao pode ser só por raiva do Lula, uma vez que a revista já fazia jornalismo pouco ortodoxo contra o governo FHC, como no caso das acusacoes contra o assessor da presidência do FHC.

    Entao?!?!

  • Luciano Cléver disse:

    Plínio, li o texto todo (ufa). Para o que está ali, a frase aspeada por Veja (a segunda parte) é radicalmente reducionista e contrária ao que disse o antropólogo. Embora algumas frases possam ser pinçadas para realçar o tom da reportagem. Quando disse que a Veja o teria desmascarado, referia-se ao que ele disse sobre não ter dado declarações.
    Na verdade, ele disse claramente que não gosta da revista e que não a atenderia por isso. Um absurdo para quem exerce cargo público, escolher o veículo para quem deve dar declarações. Principalmente quando este veículo é o de maior circulação nacional.
    A Veja deve ter feito uma leitrua apressada do texto acadêmico, erro indescupável para que irira usá-lo como respaldo.
    Fora esse descuido da revista, que só traria prejuízo para o prestígio acadêmico do “autor” da frase, a reportagem é muito boa, oportuna. Esse erro não embaça seus acertos.
    Jornalistas erram até nas declarações que lhe dão, imagine quando passa a “interpretá-las”.
    Abraço,
    Luciano Cléver

  • Sérgio Zica disse:

    “Um absurdo para quem exerce cargo público, escolher o veículo para quem deve dar declarações.” E quem exerce cargo público tem obrigação de dar declarações? Pra uma revista? Aonde diz isso? Creio que não está coberto pelo princípio da publicidade, “levar ao conhecimento de todos os seus atos, contratos ou instrumentos jurídicos” é diferente de dar entrevista ou servir de fonte a quem quer que seja.

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