Plínio Bortolotti

Executivos de bancos ganham, em cinco anos, a soma de 2,2 trilhões de dólares

Artigo de Nassim Nicholas Taleb e Mark Spitznagel, publicado no jornal Valor Econômico, com o título de:

O grande assalto dos bancos

Para a economia americana – e para muitas outras economias desenvolvidas – o elefante na sala é a quantidade de dinheiro paga aos banqueiros nos últimos cinco anos. Nos EUA, a soma chega a impressionantes US$ 2,2 trilhões aos bancos homologados junto à Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos EUA. Extrapolando para a próxima década, o número se aproximaria de US$ 5 trilhões, montante vastamente superior ao que tanto o governo do presidente Barack Obama como seus adversários republicanos parecem dispostos a cortar, adicionalmente, dos déficits orçamentários.

Esses US$ 5 trilhões não são dinheiro investido na construção de estradas, escolas e outros projetos de longo prazo, mas diretamente transferido da economia americana para as contas pessoais de executivos e funcionários de bancos. A sensação é de grande injustiça: tendo os banqueiros contribuído para causar os atuais problemas financeiros e econômicos, constituem a única classe que não está sofrendo em consequência deles – e, em muitos casos, na realidade, estão se beneficiando.

Continuar lendo no jornal Valor Econômico.

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