Política

O apoio do Tasso e do Eunício é como o apoio de qualquer outro cidadão, diz Wagner

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Wagner participa de entrevista ao vivo no O POVO (Foto: Fabio Lima/l O POVO)

Wagner participa de entrevista ao vivo no O POVO (Foto: Fabio Lima/l O POVO)

O candidato à Prefeitura de Fortaleza Capitão Wagner (PR), em entrevista ao vivo na página do Facebook do O POVO Online, afirmou que o apoio dos senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira a sua campanha é “como o apoio da dona Maria da Vila Peri, da dona Núbia do João XXIII, da dona Nazaré do Barroso”.

“Em nenhum momento, o poder econômico do Tasso e do Eunício tem contribuído para que a gente venha pra uma campanha disputar e brigar na questão econômica”, argumentou. Wagner afirmou que a campanha do adversário Roberto Cláudio (PDT) gasta mais com militância e carro de som. “O poder econômico está do lado de lá e não do lado de cá”.

O candidato também voltou a afirmar que os aliados devem aparecer mais na sua campanha neste segundo turno. Questionado sobre trecho de sua propaganda política em que afirma que “desafiar os poderosos” é o seu “defeito”, Wagner afirmou que os poderosos que desafia são a família Ferreira Gomes.

Wagner também falou sobre os apoios de candidatos derrotados na primeira fase da disputa. Enquanto RC já tem ao seu lado Tin Gomes (PHS) e Ronaldo Martins (PRB), além de parte do PT através do apoio do governador Camilo Santana, ele não conseguiu viabilizar nenhuma nova aliança.

“A gente está mais interessado no voto dos eleitores desses candidatos do que no apoio deles”, afirmou. Ele também disse que Martins tinha sido mais crítico ao prefeito que a ele no primeiro turno, mas que sua escolha tinha sido partidária. Sobre Heitor Férrer (PSB), que já afirmou em outras ocasiões que apoiaria Wagner num segundo turno, ele disse que não acredita que ele vá apoiar alguém.

Para essa nova etapa da disputa, o candidato promete se aprofundar em outras propostas além do treinamento e armamento da Guarda Municipal. Ele também afirmou que não sabe ainda quem serão os secretários de um eventual governo, mas que o critério para escolhê-los será “técnico, não partidário”.

A entrevista aconteceu na manhã desta terça-feira, 11, e foi realizada pelo editor-adjunto do núcleo de Conjuntura do O POVO, Ítalo Coriolano.

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