Ancoradouro

JMJ] gays, loucos e desesperados

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Hoje me dei ao luxo de perder um pouco de tempo e ler sobre o que a imprensa noticiou aacerca dos protestos acontecidos em Madrid durante a visita do papa Bento XVI à Madrid.

Interessante como na imprensa meia dúzia de pessoas podem ter o mesmo peso do que dois milhões. Claro, se no caso as duas milhões de pessoas forem participantes de um evento católico e a meia dúzia de manifestantes.

Como não poderia deixar de ser os grupos gays marcaram presença na manifestação. Interessante que eles pedem respeito à diferença e não respeitam o diferente. Segundo li um grupo programou um beijo gay próximo de onde passaria o papa, donde proferiu a palavra de acolhida aos jovens, entre a rua Alcalá e a praça Cibeles. Não sei se isto aconteceu mas sou da opinião que  um grupo com atitudes deste naipe não pode ser levado a sério.

Disseram que a JMJ  é excludente. Mas como? Não podemos ter uma opinião sobe um comportamento humano? Se querem se beijar busquem seus espaços pois lá não terá um católico fazendo algum tipo de manifestação a exemplo do que fazem em nossas concentrações de fé.

Pelo visto surge um novo movimento, o dos gays, loucos e desesperados, uma espécie de GLD, ou coisa parecida.

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5 Comentários

  • Deus não condena o pecador ele condena o pecado,e esse grupo vive em pecado,deveriam esta ali era para se converter e sai dessa situação de pecado,pois por mais barulho que fizessem não consegueriam apagar a grandiosidade desse evento.Veja bem, se juntar todas as passeatas gay,lesbicas,travestis e simpatizantes do mundo inteiro não vai chegar nem perto do que foi a Jornada Mundial da juventude.Por mais que esses grupos gays queiram divulgar seu movimento em radios e televisão,não chegam nem perto do que as igrejas catolicas e cristãs evangelicas divulgam.E aquele que não for católico, ainda ha tempo de se converter , e conhecer a nossa fé, a nossa igreja Católica .

  • Paulo Roberto disse:

    Na minha casa não estava pegando Canção Nova, daí então eu fui para o JN para saber um pouco como estava a JMJ,quando me deparei com a seguinte noticia:”Papa visitará o Brasil em 2013,o mesmo chegou hoje em Madri sob forte protesto”então mostraram as imagens.
    Eu fiquei pensando,lá estava milhares de brasileiros e outros milhares de outras parte do mundo,mais a midia só mostrou o pior,logo discerni que eles são portadores da má noticia e nós Portadores da Boa Noticia que é o Evangelho!

  • Pedro Martins disse:

    O poder da desinformação era um bom titulo…
    EM primeiro lugar se este artigo estivesse correto, deveria ser notada a estoicicidade dos 6 elementos que teriam a coragem de enfrentar pelo menos dois milhoes de opositores…. mas não não é verdade.
    A critica veio da sociedade laica, ateia sim e crente tambem, por exemplo, a apoiar os protestos estavam cerca de 100 padres catolicos dos bairros mais pobres de madrid, creio que não eram gays, mas isso não posso afirmar. O problema não foi a visita, o problema foi o custo da visita, sem contar com as despesas de segurança que qualquer evento obriga, como por exemplo policia, relumanto da alteração de transito, encaminhamento de pessoas e assistencia sanitária, fora isso tudo o custo com o pápa, foi de 60 milhoes de euros, isto numa epoca de crise e austoridade. Dai que muitos milhares se manifestaram não contra a visita mas contra o terem de costear uma acção privada. Que a igreja para conquistar precise de mostrar um explendor mundano, eu compreendo, mas por favor, não às custas dos impostos laicos.

  • Luis Sousa disse:

    Boa noite sr. Pedro Martins,

    acaso o sr. poderia explicar o que é ‘imposto laico’? Eu sou católico e pago impostos em um país laico… Posso exigir que o meu imposto seja utilizado apenas em obras que beneficiem exclusivamente os católicos?

  • Pedro Pelote disse:

    Bom dia Sr. Luis Sousa.

    Em termos genéricos, por estado laico ou secular, entende-se um estado em que o poder religioso está separado do poder político, poder executivo e do poder judicial, sendo estes três últimos exclusivos dos órgãos de soberania.
    As religiões, devem ser entendidas como instituições de interesse público e por isso ter um tratamento especial face às demais instituições privadas ou colectivas. Neste tipo enquadra-se também por exemplo também os clubes de futebol, associações desportivas com formação das camadas jovens, e outras que sejam são do interesse colectivo.
    A ICAR, já tem no Brasil algumas vantagens na relação com o estado, como por exemplo, não pagar impostos, facilidade de utilização dos meios de segurança soberanos para a organização de eventos, participação do estado em obras nas igrejas, ou construção de novos projectos de carácter social, e esta ideia não me repugna, pois continuamos no campo do interesse público.
    Enquadrada que está a relação do estado com a igreja, os deveres de um estado, são manter a soberania, através das relações diplomáticas e militares, manter a justiça pelo poder judicial, manter a segurança de bens e pessoas através dos órgãos de segurança, manter a saúde publica e individual, a educação, o trabalho, e o bem estar, físico, psicológico e social pelos órgãos políticos.
    Para os interesses acima todos temos de pagar os nossos impostos, e esperamos boa gestão dos mesmos. Se após os gastos necessários para estas obrigações ainda sobrar dinheiro, então nesse caso poderá ser fomentado outro tipo de acção e despesas extraordinárias.
    No caso da Espanha em que estão a ser aumentados impostos, sobre os bens e sobre o trabalho, por o dinheiro não chegar para os compromissos do estado, claramente não existe margem para despesas extraordinárias.
    Agora a sua ultima frase, nem tem nenhum qualquer bom senso, pois é segregadora, eu também não quero os meus impostos para beneficiar apenas ateus, senão os fãs de um clube de futebol querem os seus impostos apenas para os sócios, e os amantes da bicicleta não vão querer pagar as estradas, nem os condutores de automóvel querem pagar a pinturas das passadeiras de peões, na via publica.
    Apenas digo que se cumpra as obrigações do estado, e se depois sobrar, se os impostos forem altos, que se baixem, e se depois disso ainda sobrar, então que se patrocinem eventos privados.

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