
Se beijaram em culto e agora se dizem vítimas.
O pastor e deputado Marco Feliciano já havia falado que muitos gays combinavam de se beijarem durante seus cultos como forma de protesto. Aliás, essa prática, ou crime, segundo o artigo 208 do Código Penal, também já aconteceu em Fortaleza.
O episódio mais recente aconteceu em São Carlos (SP) quando duas lésbicas combinaram e durante um culto, dentro de um espaço fechado, se beijaram na boca. A Guarda Municipal daquela cidade, baseada no artigo citado, deteve as moças e as retiraram do espaço de celebração.
Agora, o pastor pode ser acusado de homofobia, com apoio dos grandes veículos de comunicação que parecem desconhecer o crime previsto no 208. Não é à toa que a imprensa despenca na credibilidade dos cidadãos.
Mas a OAB de São Paulo também quer entrar na briga que as duas homossexuais iniciaram, para defendê-las, claro. O advogado Daniel Galani foi categórico em seu parecer: “foi uma afronta gravíssima aos direitos humanos e ao direito à livre expressão,vamos ver como a OAB pode interferir nesta questão“.
Isso mesmo, o advogado vai acionar a OAB e os direitos humanos para defender as meninas que programaram se beijar durante um culto evangélico. Para explicar o ato insano das moças a grosso modo,seria como vestir a camisa de um time e ir sentar-se no estádio na torcida organizada do time adversário.
O cerimonial do evento informou que seria crime perturbar uma assembleia religiosa
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Há pouco mais de um mês de um grupo de gays cantou para Marco Feliciano durante voo a música Robocop Gay.Chacotearam, tocaram no cabelo do parlamentar, escarneceram e claro, só não processaram o parlamentar porque o vídeo vazado na internet mostrou claramente quem tinha a razão.
A pergunta que fica é onde vamos parar com tanta intolerância religiosas? Por que alimentar a preconceito contra religiosos, especialmente, contra evangélicos?