Ancoradouro

Papa Francisco casa tripulantes em vôo

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Inusitado! Em mais uma de suas peripécias, o Papa Francisco sacramentou a união de dois tripulante durante vôo do Chile para o Peru, destino final de sua visita apostólica na América Latina. A informação é de Padre Antonio Spadaro, sacerdote Jesuíta que acompanha o Romano Pontífice em suas viagens.

Padre Spadaro com o casal que recebeu o sacramento do Matrimônio, em vôo, pelo Papa Francisco.

Carlos e Paula foram pedir uma bênção ao Papa e tirar uma foto como sempre acontece nos vôos papais. O Papa perguntou se eles eram casados. Informaram que apenas no Civil. O casamento religioso aconteceria em 2010, mas não foi possível por conta do terremoto que abalou o Chile. Indagados pelo santo Padre se queriam sacramentar a união, disseram sim, sem titubear.

De acordo com o Vaticanista Andrea Tornielli que acompanha a viagem pontifícia, O dono da empresa Latam, Ignacio Cueto, foi o primeiro a testemunhar; o segundo foi Monsenhor Mauricio Rueda. “O Papa celebrou a cerimônia enquanto o Airbus viajava 36 mil pés. Ele disse ao casal: ‘Esperamos que o que você tenha feito inspirará outros casais no mundo“‘.

Certificado de casamento feito à mão.

 

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1 comentário

  • Isac disse:

    TUDO INDICARIA QUE ESSE CASAL SERIA CATÓLICO DE TRADIÇÃO, POIS VIVIAM TRANQUILAMENTE COMO AMASIADOS, PRATICANDO O ADULTERIO!
    Quanto a tantas exigencias da Igreja católica antes de contrair o matrimonio, caso do enlace sem boa preparação previa no avião, o papa Francisco deu mostras claras de preferir a pastoralidade, diferenciando-se dos antecessores, nem tanto se apegando à letra, mesmo na facilitação de exigir menos rigor na apuração de casais para comprovarem nulidade de um matrimonio, e predisporia esse e mais a cometerem erros por nem saberem direito que é mesmo se casar na Igreja e os deveres de um casal católico assumido, especialmente para com o filhos, educando-os cristãmente, pois seriam péssimos exemplos comportamentais, esse caso.
    Assim, anteriormente o reconhecimento de nulidade de um matrimonio era um processo rígido, doravante estaria deixando para o discernimento e acompanhamento de bispos e sacerdotes e, dependendo de quem investigaria sob os novos parãmetros, permitirem casais contrair novas nupcias, incidindo os neo nubentes em adulterio.
    Dessa forma, isso se daria por termos varios clérigos atualmente permissivistas dentro da Igreja desde o topo, como os progressistas, como os da TL, imerecedores de credibilidade, bastando perceber a apatia, descaso quase geral existente no presente de muitos desses em combaterem com veemencia os vícios de nosso século apontando quais e, muito menos, nomearem os autores de tentarem relativizar o povo e desfazer da doutrina da Igreja, por se comportarem como uns pastores apáticos, acuados, relativistas e, quem sabe poderia lhes aplicar:
    “Seus profetas cobrem tudo com uma argamassa: têm visões de mentira e oráculos enganadores. Dizem: eis o que diz o Senhor, quando o Senhor nada disse”. Ez 22,28.

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