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Justiça determina retirada de filme do Porta dos Fundos da Netflix

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O desembargador Benedicto Abicair, da 6ª Câmara Cível do Rio de Janeiro, determinou na tarde desta quarta-feira, dia 9, a retirada do filme de Natal “A primeira tentação de Cristo”, do grupo humorístico Porta dos Fundos, da Netflix.

Jesus é apresentado como gay em filme patrocinado pela Netflix.

Negado na primeira instância, o desembargador acatou  o pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura. Cabe recurso.

O magistrado escreveu em seu voto: “Por todo o exposto, se me aparenta, portanto, mais adequado e benéfico, não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã, até que se julgue o mérito do agravo, recorrer-se à cautela, para acalmar ânimos, pelo que concedo liminar na forma requerida”.

O filme recebeu crítica de grupos católicos , evangélicos, espíritas e até de pessoas que não são religiosas , mas favoráveis à tolerância religiosa. O Grupo Porta dos Fundos apresentou Jesus homossexual e Maria como maconheira e traidora de José .

Entre as críticas ao filme, escolhido como  especial de Natal da Netflix, o artista cartonista André Guedes fez uma sátira que ganhou milhares de visualizações.

Polônia pede exclusão do filme no catálogo da Netflix

Jaroslaw Gowin, vice-premiê da Polônia, país  de inspiração católica, pediu para a Netflix tirar de seu catálogo o Especial de Natal do Porta dos Fundos: “A primeira tentação de Cristo”.

“Reed Hastings: exigimos que a Netflix remova o filme blasfemo de sua plataforma”, escreveu o político em mensagem direcionada ao fundador e CEO da empresa.

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5 Comentários

  • Vjm disse:

    Acho isso uma afronta uma falta de sensibilidade desse grupo em fazer um filme desse Natureza onde não se respeita o sagrado, e sem noção.

  • Fausto Valentino disse:

    Decisão correta, mas não somente por “ser mais adequado e benéfico, para a sociedade brasileira, majoritariamente cristã”, o referido ato nauseabundo merece ser extirpado por infringir o Código Penal (Art. 208): “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa”. Portanto, cumpra-se a lei, até porque alguns vão alegar afronta a liberdade de expressão ou dizer que o Estado é laico. Eu defendo o direito das minorias, aliás a dignidade de todo ser humano, mas e o direito da maioria pode ser afrontado? Se o Brasil é de maioria cristã, então o cristianismo merece respeito…. Paz e Bem!

  • Sandra Regina disse:

    Tenho certeza que lá na frente estes ereges vão ver a justiça divina,nada passa despercebido aos olhos de Deus.

  • Maria Helena Frantz Jung disse:

    Aplausos para quem julgou e decidiu algo tão escabroso. Aplausos por quem lutou pessoalmente e pelas redes sociais pela exclusão desse blasfemo filme. Agradeço em nome de todo o cristão que sofreu tanto tempo por essa ofensa à Santa Família cristã e todos que têm sua fé e religião e merecem ser respeitados.

  • Luciana Liesenfeld disse:

    Voltando a era das cavernas? Eu vi e adorei. Não agrediram ninguém. Quem depredou o estúdio do Porta, fez isso em nome de Deus? Eu que o diga, Meu Deus. Pra mim são gentinha, que não sabe respeitar as pessoas e não tem limites. Não gostou, não olhe. Ninguém obriga. Deus é um só, uma energia divina, que junto com a Deusa, fizeram todo este universo, todas as raças existentes em milhares de planetas. Fiquei chocada ao saber dessa atrocidade. Falsos crentes e moralistas. Respeitem o trabalho das pessoas, e vão arranjar o que fazer, e continuem com suas cabeças alienadas

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