Ancoradouro

Secretários de Saúde pedem imediata suspensão de celebrações religiosas presenciais

Os secretários estaduais de saúde emitiram uma carta à Nação brasileira pedindo, entre outras coisas, a suspensão imediata de celebrações religiosas presenciais em todo o Brasil. As atividades espirituais entraram na mesma categoria dos shows, como se ler no item “a”, do texto, assinado pelo Presidente do Conass, Carlos Lula. “São necessárias: a proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional”.

Carta equipara celebrações religiosas a shows.

A carta menciona que, “o relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial”. Os secretários parecem não reconhecer o esforço da Igreja no combate a pandemia. A Igreja Católica, por exemplo, desde o início da pandemia protocolou medidas rígidas para seus fiéis participarem das celebrações.

A Igreja permaneceu firme em seus protocolos

Esta mesma Igreja não afrouxou os regulamentos  sanitários no período eleitoral, como fez a maioria dos Estados senão todos, durante dois meses de campanha eleitoral. A maioria da Secretarias de Saúde concebeu  um verdadeiro desmonte de hospitais de campanhas e leitos de UTI.

Em agosto de 2020, o Secretário de Saúde do Ceará chegou a dizer ,em seminário, que segunda onda de Covid-19, no Ceará, era improvável, embora não pudesse ser descartada. Dois meses depois, ainda antes das Eleições, o mesmo secretário disse à imprensa que não se poderia falar em segunda onda de Covid-19, no Ceará, mas em microssurtos.

Em todo esse tempo, a Igreja permaneceu firme em suas orientações rígidas, modificando completamente sua forma de atuar com vistas ao bem comum. Além do apoio espiritual, essencial para este tempo, a Igreja ampliou e desenvolveu uma série de atividades junto aos mais vulneráveis, como auxiliando pessoas em situação de rua.

A carta dos Secretários de Saúde ainda  pede o retorno do Auxílio Emergencial e a “viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde”.

Leia a integra da carta, clicando  aqui. 

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