Clube da Luta

VÍDEO: inspirada na parceira de treinos Viviane Sucuri, Maria Silva, a “Viúva Negra”, quer brilhar no MMA

Maria Silva (e) e Viviane Sucuri: parceria nos treinos e na vida. Foto: Arquivo Pessoal

Maria Silva (e) e Viviane Sucuri: parceria nos treinos e na vida. Foto: Arquivo Pessoal

Em 2016, ela mostrou o seu cartão de visitas aos fãs de artes marciais. Em outubro, lutou no Nordeste Kickboxing (NKB) e venceu seu combate contra Michele, da União Strike Team. Dois meses depois, fechou o ano em grande estilo ao nocautear Rayla Albuquerque no Strike Down – Muay Thai, conquistando o cinturão da categoria até 52kg. Você pode até chamá-la pelo nome de batismo, Maria Silva. Mas ela atende mesmo é pelo apelido que ganhou no mundo das lutas: “Viúva Negra”.

Obstinada e motivada por uma sequência de bons resultados, quer ir longe do esporte. Agora em 2017, se prepara para fazer sua estreia no MMA profissional. E conta com um reforço de peso para fazer bonito na modalidade.

Sua principal parceira de treinos na equipe Dragon Kombat, é Viviane Sucuri, lutadora do UFC e maior sensação do MMA feminino nos últimos três anos. “Uma já chegou lá, que é a Viviane. A outra está sendo preparada, que é a Viúva”,  aponta o treinador Marcos Batista, que aposta todas as suas fichas na sua pupila.

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Em pouco tempo de carreira, Maria já coleciona títulos e vitórias importantes. Foto: Arquivo Pessoal

Além de sparring uma da outra, a parceria entre Vivi e Viúva Negra vai além do tatame. As duas se conheceram em um campeonato de Kung Fu, em 2011. Na época, Maria Silva morava em Santana do Cariri, sua cidade natal. Decidiu vir para Capital, vislumbrando crescer no esporte. Encontrou em Sucuri o “ombro amigo”. “Foi ela quem acolheu na casa dela quando eu mais precisei”, conta Maria, ressaltando que logo a seguir viria a ser chamada por Marcos Batista para se integrar a Dragon Kombat, onde passou a treinar sanda, muay thai e kickboxing.

Sobre o apelido, ela conta aos risos como adotou o codinome ‘Viúva Negra’. “Na verdade eu queria Maria Spider Silva, porque sou fã do Anderson Silva. Mas aí vi que não daria certo. Daí meu professor (Marcos Batista) sugeriu colocar Viúva Negra e eu aceitei”, conta a atleta, de apenas 21 anos.

Confira na entrevista que a atleta concedeu ao blog Clube da Luta:

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