Educação

MEC regulamenta ensino de crianças especiais

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Foi homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, um parecer do CNE (Conselho Nacional de Educação) que trata do atendimento a alunos com deficiência. A decisão permite a matrícula em dois turnos, um na sala regular de aula e outro de atendimento especializado.

criancasComo essas crianças precisam atendimento especializado, o Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica) remunerará duas vezes a Prefeitura por este aluno. O objetivo é induzir a matrícula de crianças especiais na escola regular.

Espera-se, com isso, permitir o pagamento do convênio com uma instituição especializada. As diretrizes já constavam de decreto presidencial, mas foi necessário acrescentar um dispositivo para evitar equívocos na interpretação do texto.

Vamos cobrar para que o parecer seja cumprido!

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8 Comentários

  • Excelente notícia para os pais e para as crianças precisam atendimento especializado e que passará a contar com ajuda do Fundeb (Fundo de Manutenção da Educação Básica. Este blog está de parabéns.

  • Rosemeri disse:

    Boa noite,gostaria de estar obtendo algumas informações a respeito desta nova lei de esnsino para crianças especiais.Pois,eu tenho um menino que estuda no municipio,e na semana passada tivemos uma reunião
    que [nós os pais]tinhamos que tomar uma decisão que confesso não fiquei nada contente,mais ao mesmo tempo,tive que ser realista,porque meu filho não poderia
    pelo menos por enquanto estar frequentando uma sala de [inclusão],pois ele ainda não sabe nem ler e nem escrever[a mentalidade dele é de uma criança de 6 a 8 anos],apesar dele ter 12anos. Mais,acho que tomei a decisão certa.nós os pais das criamças especias estamos sempre procurando respostas para que essas crianças tenham um futuro tranquilo e de esperança.Obrigada pela atenção de voces depositada para nós pais.

    • Valeska Andrade disse:

      Olá Rosemeri. Vou enviar um artigo sobre o tema para o seu email, OK? Obrigada por participar do Blog de Educação. Muitas vezes a escola não está preparada para lidar com o assunto da inclusão. No entanto, não podemos deixá-la esquecer que esse papel : o da socialização dos especiais – passa também por ela. Espero que você como mãe não se intimide frente as dificuldades que sabemos existir na educação, mas que possa fortalecer a inclusão seu filho para que ele tenha uma educação de qualidade. Abraços.

  • Lucia Helena Pereira Martins disse:

    Olá Valsca Andrade.gostei muito do Blog, Hoje vivo um dilema pois tenho duas filhas ISABELA de 14 anos e é especial e não frequenta a rede regular ja tentei e não deu certo. A outra é a RAFAELA tem 12anos e esta 6º série e o dilema é com ela que sempre reclama dos alunos especiais que estao na sala que NÃO fazem nada e atrapalha muito a aula, não da nem para ter dinamica pois eles ficam agitados e não podem ser cobrados. Me pergunto é justo as crianças especiais atrapalherem o rendiemntos dos outros alunos, futuros proficionais? Amo demais minha filha ISABELA não consigo ver ela dentro desta educação onde eles viram peça de leilão e estão valendo em dobro. Essa educoção em 2 turno é um equivoco pois o organismo deles não aquenta, esse negocio de criar pequenas pestalozzi e APAE DENTRO das escola é jogar recursos fora. POR QUE não vaoirzar as que já existe e levar os alunos da red regular para cm projetos onde pod gerar curiosidade e interesse e até mesmo valores que nossos alunos,filhos , adolecentes e jovens estão perdendo. No nosso municipio essa inclusão é motivo de frustração para muitos de nossos professores , existe até mesmo uma certa richa entre professores’ os que acopanha os alunos especiais não fazem nada’ e outro morre com seu 40 a 45 pestinha. A CREDITO QUE ESTE TEMA PRECISA DE MAIS DISCUSÃO A NOSSA EDUCAÇÃO É MUITO FRÁGIL. Tem 7 anos que tento essa inclusão e estou cançada e agora me vejo neste dilema ,e a Rafaela conhece as escola especiais muito bem e aceita essas pessoas e os outros que não conhece e nem mesmo aceita. Minha cara Valesca não é facil. Um abraço LUCIA HELENA.

    • Valeska Andrade disse:

      Olá Lúcia Helena. Sei que não é nada fácil trabalhar com essa realidade, principalmente nas escolas. Infelizmente nossas escolas não estão preparadas para receber as crianças com algumas fragilidades. Todos somos frágeis em algum ponto, temos dificuldades e especialidades. Concordo plenamente que que esse é um assunto que deveria ter mais espaço na mídia, na escola e nas famílias. Um abraço grande para você, Isabela e Rafaela. Estou fora de Fortaleza atualmente, no entanto, assim que voltar, entrarei em contato para agendarmos uma visita ao Jornal, OK? Obrigada por compartilhar nesse espaço. Abraço, Valeska.

  • simone maria de rezende disse:

    tenho uma filha de 15 anos,que esse ano foi para a escola pouco tempo.a escola fica empurrando ela para o canto,jogando para o escanteio.infelizmente,para mim e para ela,as leis só existem no papel.

  • SULAMY disse:

    FIZ MAGISTERIO, E AGORA ESTOU FAZENDO PEDAGOGIA,GOSTARIA DE SABER QUE CURSO POSSO FAZER PARA ME ESPECIALIZAR EM ENSINO A CRIANÇAS ESPECIAIS.

  • Oliena soares Rodrigues Silva disse:

    sou estudante de Pedagogia, da Universidade Federal de São João del Rei,Faço estágio em uma escola e percebo que tem crianças com necessidades de apoio.Gostaria de fazer cursos de complementação curricular para trabalhar com essas crianças.Mas para isso é preciso oportunidade e recurso.Vejo deficiência com relação a inclusão,profissionais sem formação especifica ,até mesmo psicologicamente .Neste caso. Veja acima os relatos. Abraços

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