Os dados mostram que há, no País, 13 programas contra o crime. Juntos, atendem cerca de 86% dos municípios brasileiros. No entanto, apenas 20% das cidades têm instâncias, delegacias especializadas ou juizados da infância para fazer esse atendimento.
“Uma das lacunas que a matriz já apontou é que não temos para quem encaminhar as crianças e os suspeitos. Precisamos qualificar os conselhos tutelares, pois, via de regra, a maioria deles nem sequer tem atendimento 24 horas”, acredita Carmen Oliveira, secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente da SDH.
Fonte: Correio Braziliense (DF)