
O levantamento foi realizado em 161 países e traz no topo da lista Suíça, Finlândia e Irlanda. Já as últimas nações colocadas são Laos, Somália e Chade.
O estudo analisa o impacto do número de profissionais de saúde em cada país levando em conta índices como vacinação infantil e atendimento de emergência para gestantes.
A organização alerta que as crianças que vivem nas 20 últimas posições têm cinco vezes mais chance de morrer do que as que estão em regiões que ocupam o topo da lista.
Ainda segundo a ONG, mais 3,5 milhões de profissionais de saúde são necessários em todo o mundo.
Fonte: Correio do Povo (RS)