Estudos realizados na área da educação infantil revelam que, na infância, a criança percebe diferenças na aparência das pessoas, como a cor da pele, e há uma dificuldade na aceitação dessas diferenças. Daí a responsabilidade dos adultos, que devem evitar explicações e orientações preconceituosas e fomentar o respeito às diferenças e à diversidade étnico-racial.

 

Com esse propósito foi lançada a campanha Por uma infância sem racismo, iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A campanha é nacional e enfoca o impacto do racismo sobre a infância e também a necessidade de quebrar o vínculo vicioso do racismo para valorizar a diversidade étnico-racial, além de fomentar a criação e garantir o fortalecimento de políticas públicas que promovam iniciativas de redução das disparidades.

Fonte: Jornal de Brasília

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Valeska Andrade

Formada em História pela Universidade Federal do Ceará e em Pedagogia pela Universidade Estadual do Ceará. Especialista em Cultura Brasileira e Arte Educação. Coordenou o Programa O POVO na Educação até agosto de 2010. Pesquisadora e orientadora do POVO na Educação de 2003 a 2010, desenvolveu, entre outras atividades, a leitura crítica e a educomunicação nas salas de aula, utilizando o jornal como principal ferramenta pedagógica. Atualmente, é professora de história da rede estadual de ensino. Pesquisadora do Maracatu Cearense e das práticas educacionais inovadoras. Sempre curiosa!!!

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