Educação

Agência UFC: pesquisa do LABOMAR compara flora de Minas Gerais e do Pará, na região amazônica

Paisagem montanhosa de campo rupestre

Um estudo da Universidade Federal do Ceará, produzido em parceria com pesquisadores do Pará e do Reino Unido, se debruçou sobre um ecossistema vítima de uma contradição: os campos rupestres sobre cangas ferrugíneas, que, apesar de abrigarem milhares de diferentes espécies e formações geoambientais, estão entre os afloramentos que mais sofrem com as ameaças de degradação, por serem alvo de interesse da atividade mineradora.

Também conhecidas como ilhas de ferro, as cangas são formadas principalmente por rochas ferruginosas. A pesquisa, feita no âmbito do Instituto de Ciências do Mar (LABOMAR), analisou e comparou a ocorrência desses sistemas na região da serra dos Carajás, no Pará (contexto amazônico), e no Sudeste do Brasil, considerando os afloramentos da serra do Espinhaço, em Minas Gerais.

O principal objetivo foi estudar a biogeografia dos ecossistemas, algo necessário para a formulação de políticas de preservação. A matéria completa pode ser lida no site da Agência UFC, canal de divulgação científica e de extensão da Universidade.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional – fone: (85) 3366 7331

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