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Após ficar viúvo, idoso põe placa na frente de casa para pedir amigos: “Alguém pode me ajudar?”

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Após o falecimento de Jo, em maio deste ano, Williams recorreu até aos jornais para anunciar seu desejo por um amigo. (Foto: DIVULGAÇÃO/TONY WILLIAMS)

Texto: Carolina Passos

Tony Williams, de 75 anos, se sente sozinho desde a morte de sua esposa, Jo,  em maio deste ano. O físico britânico aposentado não teve filhos com sua amada, a quem chamava de “alma gêmea”. O idoso não possui ninguém que possa conversar e a forma que encontrou para combater a solidão foi colocar uma placa na janela de sua casa pedindo amigos.

Na placa, ele escreveu: “Eu perdi a Jo, minha adorável esposa e alma gêmea. Não tenho amigos ou família, ninguém para conversar. Eu acho o silêncio incessante 24 horas por dia, uma tortura insuportável. Alguém consegue me ajudar?”.

O idoso recorreu até os jornais para anunciar seu desejo por um amigo. Também elaborou centenas de cartões de visita e os distribuiu em supermercados. E apesar das tentativas, ninguém ligou para ele. O britânico, então, fez uma placa como um “último recurso”. As informações são do jornal Daily Mail.

“Já tentei de tudo para fazer amigos, mas parece que ninguém quer falar comigo. Poucas pessoas passam pela minha casa, mas eu esperava que isso se espalhasse pela comunidade e alguém pudesse entrar em contato. Só quero que alguém veja a placa e me ligue. Eu só queria uma boa conversa para não ficar sentado em silêncio o dia todo.”

O aposentado deixou claro que não quer alguém para ouvi-lo chorar em luto, mas apenas uma pessoa qualquer com quem pudesse bater um papo, ouvir música ou sentar no jardim um pouco.

Tony conta também que seu casamento com Jo, que conheceu em um bar há mais de 35 anos, teve uma “harmonia perfeita”: “Nosso relacionamento sempre foi tão natural. Não tínhamos segredos e podíamos ser totalmente abertos um com o outro. Nós dois costumávamos chegar todas as noites do trabalho e cozinhar juntos, eu fazendo um trabalho e ela outro. Às vezes passávamos horas cozinhando, rindo e ouvindo música juntos. Era o ponto alto do nosso dia.” contou o físico.

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