Plínio Bortolotti

Estudantes africanos enfrentam problemas em faculdades particulares, segundo Secretaria de Direitos Humanos

Em reunião realizada nesta quarta-feira (dia 13/10), a Secretaria de Direitos Humanos de Fortaleza, através da Coordenadoria da Igualdade Racial (Coppir), em parceria com a Pastoral do Migrante, propõe ações coletivas para enfrentar os problemas dos estudantes universitários africanos na capital.

A Prefeitura de Fortaleza e Pastoral vêm acompanhando as dificuldades dos estudantes em relação às faculdades particulares. Promessas feitas ainda em seus países, como moradia perto dos campus, alimentação a baixo custo, valores das mensalidades e períodos dos cursos não são cumpridas.

Como resultado da reunião, que contou com a presença de uma comissão de estudantes de Guiné-Bissau, decidiu-se pela solicitação de reunião com os diretores das faculdades onde há maior concentração de problemas.

A Coppir e a Pastoral do Migrante também convidarão outras instituições para acompanhar as demandas apresentadas pelos estudantes, como Pastoral do Negro, Pastoral Universitária, comissões de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e Câmara Municipal, Ministério Público Federal, entre outros.

Contato com a Coppir (Coordenadoria da Igualdade Racial): 3452 2355 e 3452 7747 (Parque da Liberdade/Cidade da Criança – Rua Pedri I, s/n)

[O texto é reprodução, na íntegra, de informe enviado pela assessoria de Imprensa da Secretaria de Direitos Humanos de Fortaleza.]

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