Plínio Bortolotti

Não é só a classe média que sofre com buracos nas ruas

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Matéria publicada hoje pelo O POVO (29/4/2011) põe por terra desculpa da Prefeitura de que os buracos prejudicam apenas a “classe média”, preocupada com seus carros.

Os textos publicados mostram que as pessoas pobres, que dependem do transporte coletivo, também estão pagando um preço alto pelos problemas causados pelos buracos e pelo caos no trânsito. Veja:

Empresas alteram as rotas para escapar dos buracos (provocando atrasos e estresse nos motoristas e passageiros).
Taxistas reclamam do prejuízo com ruas esburacadas (pneus que eram trocados a cada ano, agora é preciso trocá-los a cada três meses).
Cratera atrapalha o trânsito na saída do terminal Siqueira (tempo da viagem aumenta).

Creio que não é preciso dizer mais nada.

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