Política

Cabo Daciolo interrompe jejum, deixa monte e garante presença em debate

Imagem do game feito a partir da campanha de Cabo Daciolo (Patriota). O jogo está disponível para download (Foto: divulgação)

Depois de 21 dias cumprindo rigoroso jejum, Cabo Daciolo (Patriota) deixou o monte onde se manteve durante boa parte da campanha na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro.

As informações são da coluna de Lauro Jardim, no O Globo.

O candidato, que aparece com 0% no Ibope divulgado ontem, garantiu presença no debate entre os presidenciáveis que será realizado nesta quarta pelo SBT em parceria com a Folha de S. Paulo e o Uol.

O programa com os postulantes começa às 17h45min e se estende até as 19h30min. Faltando pouco mais de dez dias para a votação, o debate é crucial para o desempenho dos participantes das eleições.

Depois de virar meme nas redes sociais e tema de jogo eletrônico com mais de dez mil downloads em menos de 24 horas na Google Play (“Cabo Daciolo Adventure”), o concorrente retoma a campanha na reta final da disputa.

Ao todo, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, 42 anos, arrecadou R$ 9.100,26 até agora. O valor é integralmente oriundo de financiamento coletivo.

Os gastos informados pelo candidato ao TSE se resumem a R$ 738,37 para manutenção de duas “vaquinhas” virtuais.

Daciolo ganhou holofotes no primeiro debate televisivo feito com candidatos à Presidência, em 10 de agosto, pela Rede Bandeirantes.

Ali, o postulante apresentou ao País seus principais receios como concorrente ao Planalto, entre os quais está a possibilidade de fortalecimento da Ursal (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).

A Ursal foi mencionada pelo candidato durante pergunta dirigida ao também presidenciável Ciro Gomes, do PDT, a quem Daciolo acusou de pertencer à cúpula da organização comunista, juntamente com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula.

De lá para cá, no entanto, Daciolo recolheu-se ao monte, onde vinha dando poucas entrevistas a jornais e TVs nas quais se dizia perseguido e alvo de uma conspiração maçônica.

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