Política

Proposta popular no Senado quer criminalizar “coach” no Brasil

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Serviços de treinamento para maior desempenho profissional ou pessoal, o “coaching” tem crescido no Brasil (Foto: Divulgação/Fox Searchlight)

Tenta conseguir apoio no E-Cidadania, plataforma de propostas populares de lei no Senado, uma ideia que busca a criminalização do “coach” no Brasil. O serviço, que vende uma espécie de treinamento para o desenvolvimento de performance na vida pessoal ou profissional do cliente, tem crescido em popularidade (e críticas) nos últimos anos.

Segundo o autor da proposta, o eleitor sergipano William Menezes, a medida busca evitar “charlatanismo” que seria cometido por profissionais da área. “Se tornada lei, (a proposta) não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados, mas sem diploma válido”, diz.

Se conseguir pelo menos 20 mil apoios virtuais, a ideia se tornará uma Sugestão Legislativa e seguirá para debate pelos senadores. Até agora, a proposta conta com cerca de 2,5 mil adesões. O prazo para apoios vai até 13 de agosto deste ano.

Na justificativa da proposta, o autor classifica a atividade como um “desrespeito” ao trabalho “científico e metódico de terapeutas e outros profissionais de variadas áreas”. Algumas técnicas comuns de coaching, como “reprogramação de DNA” e “Cura Quântica”, são tachadas de “propagandas enganosas” pelo projeto.

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16 Comentários

  • Ramon Perondi disse:

    Excelente!

  • Ginna disse:

    Apoiadíssimo! De fato está virando “modinha”, pessoas com 4 dias de treinamento presencial e mais alguns on line, acreditam ter o potencial de praticar terapia, tão mal orientados e sem metodologia científica que se sentem qualificados para tal, está passando da hora de regularizar “a profissão”!

  • Davos disse:

    E o link pra gente assinar, cadê?

  • Paulo disse:

    Excelente, a grande maioria desses coaches não passam de larápios.

  • Suzy disse:

    Existem profissionais sérios formados em Coaching, que melhoram a vida de muitas pessoas.
    Existem maus profissionais de Coach, assim como maus médicos, maus professores, maus advogados, e tantos outros.
    Assim, não concordo com esse projeto de lei, que é descabido e injusto.

  • Idalice Rodrigues Coelho disse:

    Grande dia!

  • Isis disse:

    Onde que assina pra apoiar?

  • Concordo PLENAMENTE! 90°/• desta classes, não tem autorização do MEC e Autossititulam Coaching com cursos falsos pela Internet, e desrespeitando um profissional que anos e anos pra exercer sua profissão.

  • Djacir Soares Catunda disse:

    Concordo plenamente

  • Djacir Soares Catunda disse:

    Muitos se auto-intitulado eu tenho provas reais. Por isso concordo plenamente.

  • Rose Mary Palmeira da Silva Solteiro disse:

    Excelente medida! Gente sem formaçao para lidar com problemas de ordem comportamental faz que as pessoas literalmente fiquem recompensas. Muito bem pensado, e mais qualquer formação acadêmica não deveria ser liberada para ser “coach, pois exatamente por não possuirembagagem

  • Viviana disse:

    É um idiota… não tem mais com o q se preocupar não?!

  • Francisco Furtado disse:

    Em parte concordo, visto que os métodos e técnicas são de outras ciências, principalmente da psicologia cognitiva comportamental.

  • João Vitor disse:

    Faltou o link pra proposição do senado.

  • Dr. Élio Rezende - Master Coach by Slac- Coach Corporativo/Master Practitioner em PNL/Psicanalista/MBA em Coaching/treinador/professor/Advogado disse:

    Prezado Sr. Willian, boa tarde.
    Posso até imaginar as ocorrências experimentadas de forma negativa, através de uma má atuação ou mesmo de algum pseudo Coach existente no mercado, o qual se auto intitulou como “Coach Profissionais”… De plano, chamo a atenção da importância da verificação pelo interessado na contratação de um terapeuta de coaching junto ao instituto que o mesmo alegou que o formou, e deve ser feita diretamente com a instituição que o certificou, até mesmo porque há controle e número de registro em órgãos internacionais e controle na emissão de certificados, isso apoia a identificação dos “espertinhos” no mercado.
    O charlatanismo deve ser combatido.
    A formação e certificação técnica por uma instituição de renome, é caríssima, não é barata. É importante a atitude nesse sentido. Claro que é um trabalho a mais, mas, diante do cenário atual, é importante.

    No meu modo de pensar, ou na minha humilde opinião, a profissão de coach requer algumas centenas de horas de academia em sala de aula, práticas entre 1000 a 5000 horasem sessão de coahing, para desenvolvimento de musculatura emocional do profissional, e, para ser considerado aprofundado e experiente no coaching.
    Tal qual como o programador neuro linguista, como o hipnólogo, como o psicanalista, entre outras carreiras que realizam terapias naturais. Há uma importância no contexto social no mundo e em especial no Brasil, quanto à atuação dessas carreiras. Carreiras, porque como não foram regulamentadas, ainda não são profissões. Pois em que serem “relativamente” novas, ou pelo menos a evidencia ser recente por aqui, provaram eficiência quando executadas por indivíduos competentes através de uma certificação densa e fundamentada. Notória a preocupação da sociedade sob um olhar responsável, que reconheceu a necessidade da regulamentação urgente de tais profissões. Trata-se de interesse social e, para tanto, já tramita no Senado Federal o projeto de lei PLS 174/2017 – PROJETO DE LEI DO SENADO nº 174 de 2017, o qual propõe a regulamentação do exercício da profissão de terapeuta naturista, o qual entendo ser de grande valia, pois será um importante “filtro”, e, a grande chance da segregação do que é eficiente e sério, do resto. O quejá é muito bom a intenção positiva dos governantes regulamentar a profissão de caoach.
    Explicação da Ementa Autoria: Senador Telmário Mota (PTB/RR): Regulamenta a profissão de Terapeuta Naturista, nas modalidades medicina oriental, terapia ayurvédica, outras terapias naturais, e terapias psicanalíticas e psicopedagógicas.
    (outras terapias naturais inclui-se o coaching-grifo nosso)
    https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento? dm=5321205&ts=1553262962681&disposition=inline
    Em tempo: O indivíduo que intente exercer a assessoria no desenvolvimento de profissionais e de pessoas através do coaching responsável, e com fundamentos técnicos validados por instituição de idônea que o certifique e o reconheça, ainda sim, segundo o projeto de lei, deverá ter uma formação em nível superior. Caso em que, defendo o projeto de lei do Senado de que, esse individuo seja DIPLOMADO (curse uma universidade ou especialização superior (pós/Mba), devidamente reconhecida pelo MEC), como meio de separação exatamente do que será um profissional regulamentado e reconhecido pelo mercado através de uma profissão, quando regulamentada pelo referido projeto de lei.
    A tramitação da regulamentação da profissão de terapeuta natural como o Coach, já acontece além do Brasil, como em Portugal, Estados Unidos e outros Países.
    Compreendo e apoio a preocupação do senhor propositor a respeito da criminalização da atuação irresponsável e mal ou não certificados de fato, ainda sem mentoria/acompanhamento comprovado por um coaches experientes, comprovada a etapa, a exemplo dos constantes despreparos e inexperiências experimentados pelos clientes contratantes.
    Defendo a importância da regulamentação da profissão URGENTEMENTE, como fim social e reconhecimento do indivíduo, o qual cumprir todas as etapas da formação superior, terá o DILPLOMA como Coach em nível superior. Estudiosos e conectados com a responsabilidade a qual exige o apoio e a condução de vidas, o coach responsável deve entregar aos clientes apoio e condução ao estado desejado, com responsabilidade e propósito.
    Desde já envio cordiais saudações e um olhar quanto apoiar a regulamentação, que pode ser muito benéfico, e a partir de então, será possível criminalizar como exercício irregular da profissão, quando essa for regulamentada.

  • Célia Fernandes De Matos Batista disse:

    Eu concordo, para isto temos a psicologia

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