Política

Priscila Costa nega ilegalidade em eleição da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Fortaleza

Fortaleza em 02 de dezembro de 2020, Sessão ordinária na câmara municipal de Fortaleza, em destaque a Vereadora Priscila Costa (PSC). (Foto: Érika Fonseca/CMFor)

Após dia conturbado na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) que resultou, nesta quarta-feira, 10, no cancelamento de algumas comissões da Casa, a vereadora Priscila Costa (PSC) defende legitimidade de sua eleição como presidente da Comissão de Direitos Humanos. Segundo a parlamentar, a votação seguiu todos os trâmites do Regimento Interno. Priscila foi eleita com três votos, enquanto Larissa Gaspar obteve dois.

Após a votação, o presidente da Câmara, Antônio Henrique, anulou a eleição, desconsiderando a regularidade do processo de escolha, assumindo, inclusive, que o motivo foi para atender acordos políticos.  Segundo assessoria da CMFor, um setor de comissões da Casa não ficou sabendo da troca de parlamentares entre as duas comissões e convocou os vereadores sem levar em consideração o acordo oficial de permuta.

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Em sua defesa, Priscila afirma que a troca de parlamentares era desconhecida por ela e que o vereador Fábio  Rubens (PSB), no momento da votação, ainda era membro da Comissão de Direitos Humanos. Em nota, a vereadora apresenta a publicação da nomeação dos membros da Comissão publicada no Diário Oficial do Município, a convocação de todos os vereadores pra eleição e a lista de presença. Em todos esses documentos consta o nome do vereador Fábio Rubens, não do vereador José Freire.

Segundo Priscila, a justificativa do vereador Antônio Henrique ainda não foi comprovada por nenhum documento oficial. Em nota, a vereadora de oposição afirma que “buscará todas as medidas cabíveis para que se cumpra a legislação”.

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