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Vitamina D: como repor sem sair de casa na pandemia?

Radar do Comércio

Como repor a vitamina D sem sair de casa na pandemia

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Fundamental para manter boa imunidade, a vitamina D também auxilia na absorção e metabolismo do fósforo e cálcio (Foto: Freepik)

Durante o dia, era muito comum ficarmos expostos aos raios solares na parada de ônibus, na saída para o almoço ou no caminho de casa, ainda mais em um país tropical como o Brasil, onde faz sol durante quase o dia todo e quase o ano inteiro. Apesar de essa rotina ter sido alterada com o isolamento social, é necessário manter esses banhos de sol diários, seja na varanda ou no quintal, para estimular a produção de vitamina D.

Essa vitamina é fundamental para o fortalecimento dos ossos, pois a sua função é proporcionar a absorção do cálcio. Quando em níveis baixos por muito tempo, o organismo passa a consumir o cálcio dos próprios ossos. Assim, a deficiência do nutriente pode resultar em osteoporose e raquitismo. “A vitamina D também auxilia na absorção e metabolismo do fósforo e cálcio e é fundamental para manter uma boa imunidade e a função vascular”, explica Thayná Bezerra de Luna, nutricionista da Escola Educar Sesc Juazeiro e do Núcleo Sesc Saúde de Juazeiro do Norte. Assim, um simples exame de sangue pode identificar a sua taxa para saber se será preciso fazer reposição com mais atenção.

Há duas maneiras naturais de se obter essa vitamina. A principal é por meio dos raios ultravioletas, que penetram na pele e provocam reações químicas para produzi-la. “Nesse contexto, a exposição sem filtro solar deve ser de cerca de dez minutos diários. Os melhores horários são no início da manhã, do nascer do sol até às 9 horas, e no fim da tarde, a partir das 16 horas até o pôr do sol”, destaca Thayná.

A outra fonte, conforme a nutricionista, é consumir alimentos ricos em vitamina D, como óleo de fígado de bacalhau, bife de fígado, gema de ovo, atum, sardinha, cogumelos e queijos e leites fortificados. A partir daí, você pode elaborar diferentes receitas para incorporar esses itens na sua alimentação, com saladas, pratos principais e tira-gostos.

Caso essas duas práticas não resolvam a deficiência, é recomendado procurar acompanhamento médico para buscar o tratamento adequado de acordo com cada caso.

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