Ancoradouro

Por Igrejas de portas abertas

Havia muito tempo queria escrever este artigo. A vontade vem à mente  todos os dias quando vou almoçar, adiante explico o motivo.

Você já imaginou como seria desgostoso procurar atendimento numa farmácia e encontrá-la constantemente fechada, ou então ir à padaria e nunca conseguir comprar o paõzinho porque o estabelecimento  estava lacrado. Pense o mesmo com  o mercadinho, a livraria, o hospital.  Seria no mínimo desagradável, não é mesmo? Um grande desconforto, acredito.

O que você diria quando precisasse recorrer a uma igreja para rezar e a encontrasse sempre de portas cerradas, aberta apenas nas horas do culto litúrgico? Acontecem situações em nossas vidas que nos pedem um momento de reflexão, uma parada, a ida a um ambiente adequado, que nos propicie a oração.

Ao meio dia, quando vou almoçar passo próximo a uma paróquia e costumeiramente o cenário não muda, contemplo todos os dias as portas  fechadas. É verdade que abrir uma igreja por mais tempo requer uma série de investimentos, contudo, isso se faz necessário.

Nesse ponto, as novas comunidades são um auxílio, pois seus centros de evangelização e casas de oração permanecem constantemente de portas abertas, um grande auxílio para a pessoa  que procura um ambiente silencioso para rezar a qualquer hora do dia e algumas, da noite.

Tal desafio  deveria entrar na pauta dos conselhos paroquiais e diria, até de diretrizes pastorais. O acolhimento é o primeiro passo no processo de evangelização e de manutenção  daqueles que já são engajados.

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  • Agora pense o seguinte: morre um parente, um amigo e se dirige à igreja para a Missa de Corpo Presente, mas ela está fechada pelos padres e pelo Conselho Paroquial daquela paróquia. É isso que acontece na minha paróquia, em Baixa Grande-Bahia. Os padres e o Conselho Paroquial , depois que reformaram a igreja simplesmente resolveram bater as portas da igreja na cara das famílias que perderam seus membros. Vergonha é isso! O Bispo da Diocese de Ruy Barbosa é conivente com a desobediência ao Catecismo Católico e ao Código de Direito Canônico que dizem que o “fiel defunto deve ir para a sua Igreja Paroquial….” Abraços, paz e bem! Alba Brito Mascarenhas.

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