Artesanato da Mente

Os remédios não curam nossas doenças

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Eu adoro estudar a mente humana e seus processos de somatização, que é a manifestação de doenças no corpo oriundas de desequilíbrios mentais ou emocionais. No momento em que escrevo esse texto, estou lendo um livro excelente do Prof. Wallace Lima chamado “Dê um salto quântico na sua vida”, e um trecho especial me gerou inquietantes reflexões. Vejamos!

“O currículo na área da saúde é desenhado para que quando as pessoas adoeçam nunca aprendam a evitar adoecer novamente no futuro. Por isso, o médico não pode ser ensinado sobre prevenção nem sobre as causas das doenças. O papel do médico passa a ser o de receitar os remédios que a indústria diz serem os melhores e, assim, ele se transforma, com a credibilidade que o diploma lhe confere, na força motriz dessa indústria, e possibilita que ela cresça cada vez mais, pois os remédios, além de não curar, também provocam mais adoecimentos através dos danosos efeitos colaterais que provocam, já que não é um produto da natureza e o corpo humano rejeita tudo o que é estranho ao seu convívio”.

Wallace Lima

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Hoje em dia, cada vez mais pessoas estão despertando para o fato de que a medicina convencional, chamada de alopática, não é uma medicina voltada para a saúde, mas para a doença, e o cerne dela está voltado para a medicalização em vez da cura das doenças.

Ao mesmo tempo que as medicinas orientais, como a chinesa ou a tibetana, estão completamente voltadas para a cura das doenças, através de sabedorias milenares. O Wallace diz no seu livro que as universidades não se voltam para essa medicina da cura por um motivo bastante simples. Se as pessoas ficarem completamente curadas de suas mazelas, toda a indústria farmacêutica perderá sua força descomunal, e os próprios médicos perderão grande parte da sua clientela.

Isso gera muito medo, e como consequência, há todo um jogo para que os estudantes não adquiram esse conhecimento de forma institucionalizada. Muitos até o adquirem estudando por conta própria, mas precisamos ser bem realistas de que se trata de uma minoria.

Os alimentos naturais e as inúmeras ervas que encontramos muito facilmente são uma imensa fonte de saúde e energia. Sem contar com o hábito das atividades físicas atrelado a um bom descanso e sono. Essas são as maiores e principais fontes de uma verdadeira saúde.

Você provavelmente já sabe disso, mas talvez ainda não tenha se movimentado para agir assim no dia a dia. O autoconhecimento é fundamental em todo esse processo, porque à medida que vamos nos conhecendo, vamos percebendo que nosso corpo físico é uma máquina perfeita, e está disponível para que através dele possamos cumprir nossa missão de vida nesse planeta.

Se não cuidamos bem dessa máquina, podemos padecer ou mesmo morrer muito antes da hora. Aliás, muitos estudos aprofundados dessa medicina oriental são categóricos em dizer que uma boa alimentação, aliada com a busca pelo equilíbrio mental e emocional, além das práticas regulares de exercícios físicos juntamente com um sono reparador são a chave para viver mais de 100 anos.

Já reparou que, por exemplo, no Japão, existem bem mais centenários que no Brasil? A explicação já está dada no parágrafo anterior. Eles, de um modo geral, cultivam ótimos hábitos para manter a boa saúde do corpo.

Constantemente eu brinco com os meus amigos que, se a impermanência permitir, ou seja, minha vida não passar por nenhuma tragédia, eu tenho tudo para ser mais um centenário, pois há vários anos venho trilhando esse caminho da saúde e ensinando muita gente através dos meus textos e principalmente conversando no dia a dia.

Posso comprovar a veracidade do que o Prof. Wallace Lima diz no seu livro. Esse autor conta que há mais de 30 anos não toma nenhum remédio de farmácia sequer . Quando adoece, a doença nunca se instala pra valer e com remédios naturais muito rapidamente restabelece sua saúde. Eu também já estou há mais de 6 anos sem tomar remédio algum e tenho a impressão de que minha saúde só melhora ano após ano.

Portanto, que a partir desse texto e das palavras tão sinceras e verdadeiras do Wallace, você se sinta motivado a conhecer mais a medicina da saúde em vez de passar o resto da vida só tomando remédios e enriquecendo a indústria farmacêutica. Se quiser dicas e sugestões, fique à vontade para comentar e perguntar. Será uma alegria ampliar essa reflexão…

 

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1 comentário

  • JOSÉ TEÓGENES ABREU disse:

    De fato, meu caro Isaías, a medicina alopática trata a doença de forma paliativa e gerativa de dependência e de outras doenças. É um processo que promove a fidelização do paciente ao mercado da indústria farmacêutica. Abraços.

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