Trata-se de um dos resultados da pesquisa realizada pelo professor Fernando Capovilla, da Universidade de São Paulo (USP). Desde 2001, ele avaliou 9,2 mil alunos surdos e com dificuldade auditiva, com idade entre 6 e 25 anos.
Os resultados do levantamento estão em concordância com o que reivindica a Federação Nacional de Integração e Educação dos Surdos (Feneis). “Lutamos para que os surdos não sejam enquadrados na categoria da educação especial, e sim na bilíngue.
Queremos Libras como a primeira língua e português como a segunda”, afirma Patrícia Rezende, diretora de Políticas Educacionais da Feneis.
Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)