Futebol do Povo

Amiguinhos no Twitter, Ceará e Fortaleza perdem tempo ao não trabalharem juntos e vibrando com a desgraça alheia

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Não há futebol sem rivalidade entre os torcedores. O sentimento de querer ver o principal adversário no patamar mais baixo possível é visceral, necessário e fundamental para a existência do esporte. Neste momento, os adeptos do Ceará comemoram a eliminação do Fortaleza da Série C para o Brasil-RS, enquanto os tricolores torcem para que o alvinegro seja rebaixado para a terceira divisão, já que o time precisa de uma importante sequência de vitórias para se salvar nos oito jogos restantes.

Neste domingo, aniversário do Fortaleza, a conta oficial do Ceará no Twitter parabenizou o rival pedindo paz fora de campo. Momentos depois, em tom igualmente amistoso e pacifico, a conta do tricolor respondeu.  Se já não bastasse, se intrometendo na conversa, surgiu a conta oficial da CBF, essa entidade absolutamente preocupada com os rumos do futebol nacional, como todos nós sabemos, parabenizando a iniciativa.

O tom amistoso entre os clubes nas redes sociais é, entretanto, inócuo, pode enganar alguns desprovidos de senso crítico (ou muitos), está longe de qualquer concretude e flerta com a hipocrisia. A realidade mostra duas diretorias afastadas do cerne da questão, que é efetivamente um projeto profissional e conjunto para o futebol cearense. Se a rivalidade que citei no primeiro parágrafo é essencial para os torcedores, para os dirigentes deveria ficar em terceiro plano e não em primeiro, com a comemoração efusiva da desgraça alheia.

Fortaleza é uma cidade violentíssima e lidera o índice de homicídios no Brasil, com assustadoras 77,3 mortes a cada 100 mil habitantes. É um dos lugares mais perigosos do planeta, assim como toda a região Nordeste do país. O reflexo disso é um futebol naturalmente violento, desconfortável, difícil, segregador. Ainda assim, os dois principais clubes do estado e a Federação Cearense não têm qualquer plano de ação educativo e perene. Não há um projeto elaborado em conjunto, liderado por profissionais de diversos setores da sociedade – e há muita gente competente por aqui que aceitaria participar e até de graça – para tornar o futebol mais humanizado e agradável. Seguimos com todos os tipos de problema, desde transporte para os jogos, comercialização de ingressos, entrada nos estádios, furtos, roubos e uso de drogas nas cercanias e dentro das praças esportivas, dificuldade na saída dos estacionamentos, banheiros sujos e todo o desconforto possível.

Em campo, o momento é agonizante, ainda que o futebol cearense seja o atual dono do título da Copa do Nordeste. Caso o Ceará seja rebaixado, teremos os dois principais clubes na Série C em 2016. O Icasa, envolvido em grandes confusões administrativas, disputará a Série D. O Ferroviário experimenta uma crise sem precedentes e que ninguém sabe como vai sair dela e os clubes do interior também não ficam atrás.

Não existe chance de um futebol estadual forte sem o crescimento de todos os clubes. Neste ponto surge novamente a conclusão de que nada de relevante é feito por quem deveria. Evidente que cada instituição tem as suas demandas, seus objetivos e diferenças e assim deve ser, mas ocorre que trabalhar pelo crescimento orgânico, contínuo e gradual é uma questão de sobrevivência com qualidade para Federação, Ceará, Fortaleza e os demais clubes , especialmente se levarmos em conta que, financeiramente, o futebol cearense está muito atrás de outros centros do país e até da própria região, basta olhar para Sport, Bahia e Vitória. Ainda assim, Ceará e Fortaleza conseguiram neste ano cumprir seus compromissos salariais com seus elencos. Há investimento em estrutura física e em profissionais preparados que integram em áreas fundamentais, como fisiologia, médica, gerencial e técnica. Mas falta muito, ainda.

Não há solução imediata e a curto prazo, mas caso o Fortaleza e o Ceará queiram realmente ser inspiradores da paz, de um futebol cearense forte, com uma torcida participativa, se sentindo respeitada e parte essencial do todo, terão que ultrapassar as barreiras das pueris e simplórias gentilezas no Twitter. Será preciso deixar a omissão de lado, levantar a bandeira da coragem e liderar uma reação, independente da Federação querer ou não participar. Já está mais do que na hora da formação de clubes profissionais de verdade em todos os aspectos, incluindo marketing, comunicação, relacionamento e processos. É hora de esquecer a hipocrisia e a soberba sem sentido para investir em um trabalho conjunto com ações propositivas e inteligentes. É uma questão de responsabilidade.

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79 Comentários

  • Fernando Flores disse:

    Olhe também para a impressa desportiva de Recife e Salvador, e veja quanto a daqui está atrás destes dois grandes centros.
    Um dos responsáveis pelo não crescimento do futebol de nosso estado, são os “profissionais” de imprensa que atuam no mesmo.
    A paixão clubística fala mais alto do que o profissionalismo, e na maioria da vezes, estes ditos “profissionais” se aproveitam dos microfones que tem nas mãos para destilarem seus traumas e seu ódio contra o time rival, visando assim algum proveito pessoal.
    Espero, que como na maioria das vezes, o comentário não seja vetado pela censura do blog, que lembra as vezes os tempos da ditadura, aonde só podia se escrever aquilo que fosse de interesse dos generais.

    Há gente boa ma imprensa e há gente não boa, isso ocorre em qualquer lugar do planeta. O que me espanta é o masoquismo desnecessário, afinal, é o leitor, ouvinte e internauta que tem o pleno poder de escolher quem acompanhar, seguir, assistir…sem audiência, ninguém sobrevive na imprensa, é simples.
    FG

    • Newton disse:

      Excelente resposta meu caro….

    • Amaury disse:

      Que é isto gente? Perdemos nos erros tolos, a imprensa dá muito aos clubes procurando transformar um futebol medíocre em algo decente, são profissionais onde como bem diz o Graziani nos permitem escolhas, opta-se pela serenidade ou pelo maniqueísmo dos que endeusam nas vitórias e massacram nas derrotas por mídia, por sucesso, mas isso é problema de cada um, esquecem que a modernidade nos deu algo simples que é Cntrl+Alt+Del saibam usar bem e pronto.

  • Matheus disse:

    A alegria de um é a desgraça do outro e vice-versa.

    São grandes torcidas em times pequenos, futebol pobre, onde os administradores se preocupam em promoções pessoais, futebol cearense e política nacional qualquer semelhança não é mera coincidência.

  • Barbosa disse:

    Por mim, como torcedor do Leão, tanto faz que o time do canal se lasque como se afunde. Mas eu não perco meu tempo com coisa ruim. Porque, ruim por ruim, já tenho o meu Tricolor de Aço.

    • Ivan Lima disse:

      Isso é só um jornalista tendencioso que está desesperado com a Deus queda do timinho que ele torce. Queria saber porque ele não publicou isso antes do jogo do Fortaleza porque ele não criticou a venda de inúmeras camisas do Brasil de Pelotas aqui no Centro compradas pelos torcedores do Ceará pra ir ao estádio. Por isso eu falo que é hipócrita! Quero é que ele e o Ceará se lasque!!

      Verdade!!! Como vc descobriu? Só faltou dizer que eu tenho uma fábrica e contratei gente para vender as camisas!!!
      Parabéns, sua tese deveria ser exposta num doutorado sobre delírio persecutório. Seria sucesso total. Depois disso vc poderia fazer um curso de interpretação de texto e leitura de português. Ajudaria a entender o texto.
      FG

  • Barbosa disse:

    Fortaleza e ceará, dois times de enormes torcidas, numa grande cidade, mas de pensamentos e atitudes tão pequenos. Esperar o que?

  • Leandro Gonçalves disse:

    Na minha opinião,o texto mais coerente,esclarecedor e reflexivo que eu li até agora nestes poucos mais de 5 meses que acompanho o blog…Excelente análise,Graziani!
    Também achei muito bacana a atitude da parte do CEARÁ …Em meio a esse caos social que presenciamos,pode parecer muito pouco,mas também o seu valor como você frisou…As melhorias na convivência coletivas a meu ver vai ser muito difícil de equilibrar a médio e longo prazos….Nem mesmo essa trégua de farpas momentânea entre os clubes,comoviam alguns…Lendo os comentários nas páginas dos clubes,uns parabenizaram,outros eram irônicos,outros pendiam pra chacota também…Enfim…O ser humano não muda…E os clubes não podem,é impossível,serem vetores principais de mudanças comportamentais,isso tem que ficar à cargo da nossa sofrível legislação civil e penal…Mas claro,os clubes tem que incentivar sempre a paz e as boas condutas,afinal,mesmo com um 7x 1 eternizado,o futebol está no sangue do brasileiro e do cearense…Tudo que acontece com os clubes,muita gente leva pra vida em si,o que deveria ser mais ponderado…
    Voltando ao futebol cearense,realmente falta profissionalizacao em áreas essenciais,com a atuação de gente formada e com experiência em determinadas áreas…Gestores apenas torcedores e políticos é fim de qualquer clube…
    Outra coisa que me incomoda: tenho 27 anos,acompanho futebol desde os 18,19,20 anos e nunca vi um clube daqui ser apoiado por uma grande empresa local…Temos algumas de peso nacional e que se não são as mais ricas,tem no mínimo capital suficiente para dar um certo suporte aos clubes locais…Porque se CEARÁ e Fortaleza e outros clubes nordestinos forem esperar suporte da Cbf,o futebol aqui fecha as portas…Um absurdo a disparidade entre divisões de cotas nesse País…
    Então é mais ou menos isso…Os clubes daqui tem que deixar de pensar pequeno e se debaterem por qualquer insignificância,que eu não vou nem citar aqui…Vamos buscar ficar pelo menos no nível do futebol pernambucano e baiano,é tão difícil assim?!

    • Leandro Gonçalves disse:

      Só um complemento : O FEC,principalmente teve apoio de um forte grupo industrial em boa parte da década passada e o CEARÁ de uma conhecida loja de varejo de eletrodomésticos também por essa mesma época e por um período menor.
      De qualquer forma,analisando os 101 anos do CEARÁ e 97 anos do FEC é pouco.Foram apoios pontuais,que no caso do alvinegro tinha mais relação com o mandatário da época,que era dono da empresa e presidente do clube…No caso do FEC não sei……Mas reitero,os clubes daqui merecem pouco mais de apoio dos grandes grupos industriais e comerciais daqui…

  • Amaury disse:

    Rivalidade não significa inimizade, algo gestado por oportunistas e espertos que querem manipular as torcidas em proveito próprio. Lamentável o comportamento de parte das torcidas, mas bem focado, se somos a cidade mais violenta do país isto tem reflexos no futebol e a rivalidade é o pretexto. Ceará e Fortaleza que sem nenhuma dúvida estarão na terceirona ano que vem devem repensar suas estratégias e elenco principalmente, um time técnico dificilmente vence na série com este regulamento imoral. Revelar jovens é caro e inútil, qual o grande atleta revelado pelos dois que se firmaram nos últimos dez anos? Temos uns seis no elenco tricolor e nenhum foi aproveitado este ano e quando foram foi pelas circunstâncias e logo os tiraram. O último talento foi o polêmico e tolo Clodoaldo foi o último, todos demais fracassaram, então chega de jogar dinheiro no lixo. Os clubes devem deixar uma base de no máximo oito experientes e os mais jovens e contratar jogadores fortes, um zagueiro, um volante e no mínimo um atacante que não seja enganador e faça o serviço direito, coisa bem difícil, mas bela matéria, parabéns.

  • Amaury disse:

    Eu manteria do atual elenco tricolor Berna, Genilson, Adalberto, Dudu, Auremir, Pio, Felipe, Elias, Maranhão, Éverton, Daniel, João Pedro e os nossos jovens Erivelton, Bruno, Max, Romarinho e Uilliam, se liberarem manteria Tinga e Talysson, aí contrataria um zagueiro forte, um meia armador típico e dois atacantes fortes. O elenco teria no máximo 25 atletas pois mais que isso é gerar problemas e traria de volta o Flávio Araújo, vencedor e que sabe onde pisa. Apesar de tudo vejo com otimismo o ano que vem para os dois clubes se souberem fazer a coisa certa, chega de gastar dinheiro com CTs inúteis e de trazer boleiros refugados do sul maravilha.

  • Damasceno disse:

    O dom que o FG tem ao escrever é uma qualidade admirável, que nos encanta e chega algumas vezes a nos emocionar, mas perdoe-me ao não concordar com uma única frase desta crônica: “O reflexo disso é um futebol NATURALMENTE violento…” A violência não é natural, é fruto das emoções descontroladas, irracionais, alimentadas pela ignorância, e sua origem no futebol, encontra-se a partir do surgimento das torcidas organizadas.Tirando isto, concordo plenamente, com tudo que você tão racionalmente citou.

    • Damasceno disse:

      Esperava uma resposta do cronista. Atenciosamente

      Desculpe, Damasceno, qual a indagação? Não sou eu quem libero todos os comentários e realmente é impossível, infelizmente, conseguir responder a todos. Mas agradeço a sua gentileza se puder repetir a pergunta, caso tenha interesse. Valeu.
      FG

      • Damasceno disse:

        Caro FG, a pergunta é se a conjutura atual, que você citou, torna a violência natural no futebol ? Grato pela atenção.

        Opa. O que eu acho é o seguinte: é natural no sentido de ser consequência porque não dá para o futebol ser uma ilha de paz numa sociedade estragada e violenta. Agora, claro que não é natural como se fosse algo sem importância. No Brasil, morreram assassinadas 59 mil pessoas em 2014. Na Espanha foram 324. Isso é assustador demais. Abraço.
        FG

        • Amaury - do pescoço prá baixo é canela disse:

          Damasceno não é por mero acaso que nossa Fortaleza é a cidade mais violenta do país, é claro que a desesperança açoda paixões como válvula de escape que não satisfeitas gera muita violência em todos os lugares e no futebol não poderia ser diferente. Claro que as torcidas do Ceará e Fortaleza tem este tipo de problema, mas queriam que o Tiradentes ou Maguary tivessem? brincadeira né?

        • Damasceno disse:

          Agora eu é que digo grato. Entendi agora sua colocação, o “natural” como simbolismo de ” consequência” desta conjuntura. e a não banalização da violência. Vivendo e aprendendo.

          Valeu.
          FG

  • MILTON disse:

    e VIVA O FUTEBOL CEARENSE, Agora grande Parte da Torcida e da Imprensa estão SATISFEITA, de TANTO PREGAREM UMA RIVALIDADE DE DESTRUIÇÃO CONSEGUIRAM,
    O PRÓXIMO PASSO PARA O ANO QUE VEM é TORCER PARA OS DOIS CAIREM PARA A
    D ZONA, ESSE É O NOSSO FUTEBOL Tupiniquim, torcer , torcer , torcer pela DESGRAÇA
    DO RIVAL , quanto PIOR para ele MELHOR PARA MIM, VIVA O FUTEBOL CEARENSE, que
    desperdiça duas GRANDES TORCIDAS, que tem tudo PARA VER OS SEUS TIMES NO SEU
    DEVIDO LUGAR A SERIE A , MAIS QUEM PENSA PEQUENO , A GRANDEZA FICA SOEMTE,
    NO IMAGINARIO, SAUDAÇÕES ALVINEGRAS e NA TORCIDA PELO VOZÃO e O LEÃO
    ALCANÇAREM OS SEUS VERDADERIOS LUGAR , A SERIE A, MAIS PARA ISSO ACIMA DE
    TUDO TEM QUE MUDAR ESSE PENSAMENTO RETROGADO, RIVALIDADENO FUTEBOL
    é NORMAL MAIS SOMENTE DE DEJEJAR O MAU ALHEIO , iSSO PAASSA A SER COISA
    DE DOENTE MENTAL, e VAMOS COBRAR DOS NOSSOS DIRIGENTES PROFSSIONALISMO
    e NÃO A POLITICAGEM e o UM APOIO EFETIVO DA FEDERAÇÃO e DA IMPRENSAR, SE NÃO
    VAMOS FICAR SÓ NO MIMIMI e NADA MAIS,

  • Rogério disse:

    Muito bom de fato, o seu texto,Graziani. Essa estúpida retórica de querer que o rival seja inferior está intrínseco nas mentes maravilhosa de alguns que destilam o seu ódio gratuito por aqui. Levo em conta também, em parte, a opinião do colega Fernando Flores, sabemos que no rádio cearense há “profissionais” e profissionais que destilam suas baboseiras passionais clubísticas ,fazendo apologia à violência nessas mentes brilhantes de certos ouvintes ignorantes intelectualmente. Corroboro com seu pensamento em não termos uma rivalidade que atendam ao engradecimento sócio-econômico dos dois principais times do estado. Um tenta ser superior ao outro em tudo, até em jogo de porrinha. O que é triste ,pois temos duas grandes torcidas e um belo estádio. Faltando apenas a integração e o profissionalismo de ambos para lutarmos contra as desigualdades que o futebol do eixo sul sudeste nos impõe. Sabemos que nossas palavras nunca darão em nada, porém vejo a coisa tal qual você a vê. Parabéns pelo texto !
    Saudações Tricolores !

    Que bom que muita gente – a maioria – entendeu o texto como vc, Rogério. Agradeço.
    FG

  • Bernardo Lima disse:

    O Fortaleza vai sofrer um dos piores anos da sua história em 2016 – crise econômica no país que acaba afetando o bolso dos torcedores, dinheiro adiantado esse ano que seria para o próximo, ainda joga mais 15 jogos de portões fechados por punição, ou seja, sem renda no cearense e sem as cotas da série B! O clube ainda tem dívidas trabalhistas e não tem dinheiro em caixa! Esse é o tamanho do prejuízo da eliminação precoce! Além disso, ano que vem, será o campeonato mais duro da série C em toda a história provavelmente: Fortaleza, Ceará, ABC de Natal, América/RN, Remo, Ypiranga/RS e Botafogo/SP, além de Juventude e Portuguesa! Teremos ainda os times “chatos” do Confiança, ASA e provavelmente River/PI. Campeonato duríssimo! Como montar um time competitivo sem dinheiro? Eis a questão….relação de atletas que ainda terão contrato em 2016: Os goleiros Erivélton e Max Walef, os laterais Felipe Bala e Bruno, o zagueiro Max Oliveira, os volantes Dudu Cearense, Correa, Felipe e Junior, o meia Laertes e os atacantes Jean Mota, Uilliam e Maranhão tem contrato até o fim de 2016. O meia Elias até o fim do Estadual do próximo ano. Ou seja, maioria da base e apenas 2 titulares! Só dá pra começar, tem que contratar pelo menos mais 15 jogadores – do atual elenco é tentar renovar com Everton e Sobralense, aproveitando que são torcedores tbm e podem querer continuar já que o acesso não foi conseguido, tentar renovar com a dupla de zaga mais o Pio, Auremir! Será quase impossível renovar os empréstimos de Tinga e Thalysson! Assim, o clube dependerá exclusivamente das rendas da Copa do Nordeste, 03 jogos no mínimo, uma classificação em segundo, já que o Sport deve se classificar sem dificuldades e tentar chegar numa semi-final! Única forma de garantir uma folha de pelo menos 550 mil reais e brigar pela bi no cearense! Se for diferente, o Fortaleza vai brigar pra não cair pra série D em 2017!!!! Tempos muito duros que se avizinham!

    • Marcos Antonio disse:

      Aliás se cair para a D não será novidade pois era para eles estarem lá, desde 2011… ou esqueceram!!!

    • Amaury disse:

      Bernardo se de economia você entende muito e deveria substituir o Levyr já em matéria de futebol não passa de um ignorante que desconhece a grandeza de um clube que chega aos cem anos de muita glória e luta, além de estar totalmente fora da realidade. Ceará e Fortaleza certamente terão dificuldades principalmente o primeiro que tem um custo de 1 milhão e meio se o milagre não vier, o do outro é hoje de 750 mil exatamente a metade coisa que você não prevê para teu clube que perderá receitas, o Fortaleza tem hoje 10 mil sócios que votam e não são manipulados como meros eleitores de cabresto como tem por aí, jamais abandonarão o clube da mesma forma que os verdadeiros alvinegros não abandonarão seu amado clube. Você infelizmente destila a babaquice própria dos desinformados, bostejou tantas asneiras que dá azia só em ler as primeiras frases eu que li tudo e estou em ânsia de vômito, cresce cara, futebol é paixão e não objeto de uma vida, as cores de um clube são para amar jamais para a idolatria que é coisa de ignorantes a querer posar de inteligentes ou eruditos escrevendo porcarias. Você gastou tinta para destilar sandices e tolices.

    • Amaury disse:

      Falou o dr Levy da caatinga, quanta sabedoria. Minha analfabeta mas sábia avó ensinava algo simples: quem fala demais dá bom dia a jegue. Bom dia !!!

  • MILTON disse:

    Pois é, agora vai Ficar do JEITO que OS DESAGREGADORES GOSTAM, Ceará e Fortaleza
    derrubando o Outro na C ZONA, e tem tudo para Morrerem ABRAÇADOS, VIVA O FUTEBOL
    CERARENSE,

  • TONHÃO DA TEJUÇUOCA disse:

    Caro Graziani boa tarde
    Seu belo e oportuno post diz tudo. Meu comentário diante do que foi escrito seria até desnecessário. Porém, vou tentar externar meu pensamento.
    Estive algum tempo fora dos comentários em seu blog, mas sempre lendo os posts, exatamente por estar decepcionado com tudo o que está acontecendo ao meu querido Ceará e por conseguinte ao futebol cearense. Vamos deixar a zoação de lado e falar sério!
    Por falta de uma gestão mais profissional e por causa de todos os motivos citados por você, nós nos apequenamos. O futebol cearense que é micro, se tornou menor. Triste 2015. E com as duas forças que ainda restam disputando a serie C em 2016, vamos ter a mesma moral que o futebol amazonense, acreano, piauiense e brasiliense, ou seja, nenhuma.
    Com o rebaixamento do alvinegro e a não ascensão do Fortaleza, os gestores do futebol cearense conseguiram nos colocar no fundo do poço. Sou um fervoroso torcedor do mais querido, mas também sou um desportista. E a palavra que tenho para escrever em seu valioso espaço é apenas uma: Decepção.
    Não, eu não estou com raiva de dirigente A, B ou C. No Ceará, o presidente que saiu conseguiu atingir, via o cargo que ocupava como mandatário maior, as suas aspirações pessoais. O outro, que venceu as eleições essa semana e que caiu de para quedas dentro de Porangabussu na esteira do Evandro, foi há pouco tempo candidato a vereador e hoje ocupa a cadeira de uma secretaria na prefeitura.
    Pergunto: Os caras usam o Ceará ou o Fortaleza para suas aspirações pessoais ou é ao contrário? Os clubes precisam mais deles ou eles mais dos clubes? Precisamos, como desportistas e torcedores, refletir bastante sobre isso. Precisamos e muito repensar o futebol cearense. E para ontem!
    Enquanto isso o futebol cearanse vai viver em 2016 aquele que talvez seja o pior ano em todos os tempos. O ponto de partida para pensarmos numa saída pode estar nas entrelinhas de seu belo post.
    Parabens Graziani e até 2016!

    • Amaury disse:

      Você está certo Tonhão, se hoje atiram pedras esquecem que Evandro Leitão modernizou o seu clube, conquistou vários títulos além de pagar uma dúvida imensa e forjada por espertos que se diziam alvinegros assaltando o clube, algo parecido com o que passamos e estamos terminando de pagar. Tolos prevêm ano ruim em 2016 pois eu prevejo exatamente o contrário, o desafio agora igual estimulará e teremos um bom ano, anote e me cobre depois. Robinson e Jorge Mota são homens decentes que merecem crédito e respeito, com, certeza reavaliarão tudo neste hora dura e adotarão providências nem duvidemos.

  • Darlan Portela disse:

    Gostaria muito de ver o Flávio Araújo no meu leão. Quando lá esteve em 2010, tínhamos um elenco fraco e só perdemos a final para o Ceará por um golzinho, no final da partida. Hoje, com um elenco forte, tenho certeza que ele faria um ÓTIMO TRABALHO.

  • cleivo disse:

    O MEU FERROVIARIO, ENQUANTO A IMPRENSA NAO REDUZIU ÀS CINZAS NAO FICOU FELIZ, O CLUBE QUE ERA A TERCEIRA FORÇA, SEMPRE ALI DISPUTANDO TURNOS E TITULOS, ESTA A ANOS MERGULHADO NUMA CRISE SEM FIM, NAO APARECE QUASE NINGUEM PARA SUERGUER O FERROVIARIO, TRISTE FIM PARA NOSSO FUTEBEOL..

  • Gustavo disse:

    Em 2015, não culpo diretamente a diretoria do Fortaleza pelo não acesso. Talvez o único erro que ela não tinha como saber foi bancar novamente o Chamusca, que aparentemente na minha opinião foi quem teve a maior parcela de culpa. Do ano passado para cá, de seis mata-matas importantes, ele só venceu um contra o Ceará e sabe-se lá como. Não conto o mata-mata contra o River, já que a superioridade era maior. Mas aumentou o numero de socios torcedores e nos colocou na copa do nordeste e foi campeao estadual, pena que o objetivo principal que era o acesso, nao veio. 2016 será muito difícil realmente. Já a diretoria do Ceará, essa sim, errou bastante. Perdeu o penta, perdeu vários jogadores, poderia ter ido mais longe na copa do Brasil se não poupasse jogadores e deve ir ineditamente para a terceira. A copa do nordeste não salvará o ano. Trocou treinadores abusivamente. Mas temos estádio, camisa e torcida(essa provou não ganhar jogo) para revertermos em breve.

  • Régis disse:

    O problema maior é que os dirigentes daqui só querem utilizar os clubes como trampolim político. Quando saltam para as mamatas desta política o clube é que se lasque… e o torcedor, embora em número seja de série A possuem a mentalidade de C e D (quando vão na onda dos presidentes políticos) , levando os times juntos… Como começava aquela modinha de infância do trem maluco… C, C rê CC…

  • torcedor disse:

    Enquanto a imprensa cearense tiver esse comportamento de centralizar todas as mídias em apenas dois clubes, NUNCA, NUNCA o futebol cearense sairá da lama. Não falam, não mostra os outros clubes cearenses ICASA, GUARANI, FERROVIÁRIO, HORINZONTE e tantos outros que faliram, acabaram ou então em extinção, por culpa desse centralização ignorante, onde vivem de fantasias, ilusões. Qual empresa vai investir num time, se esse não tem o apoio da mídia e da federação? Qual retorno terá? O patrocinador quer visão, destaque, ser visto, mas por essa polarização em dois times, os fora desse eixo estão fadados ao fracasso, e levam junto o estado do Ceará. Por falta de apoio financeiro e da mídia Icasa e tantos outros deixarão de existir. Melhor assim: Fortaleza e Ceará sempre jogando DAMAS. Jogo de compadres! Viva!

  • Batista disse:

    Olha que fala em paz. Essa imprensa que incitou os torcedores do Ceará a receber o time com hostilidade no aeroporto e invadir a sede do clube. Hipocrisia é isso. Essa imprensa daqui deveria era descer da arquibancada. Profissionais sem profissionalismo, que protegem um time em detrimento do outro. Deveriam criar vergonha na cara: dirigentes de clubes e federação, imprensa.

  • João disse:

    Prezado Graziani,
    Sou torcedor do Leão. Acompanho futebol desde 1981. Nesses 34 anos só vi o futebol cearense dar um salto de qualidade uma única vez. Em 2002 quando o Fortaleza subiu para a serie A.
    Antes disso, participávamos por participar de competições nacionais. A partir de 2002, sempre temos participado para ganhar. O Fortaleza porque havia conseguido o acesso a serie A e o Ceará pois não queria ficar atras dele. E o time do Fortaleza de 2002 era espetacular e formado quase que 100% por cearenses por gente da região.
    É preciso dar um novo salto de qualidade. É preciso quebrar paradigmas. É preciso que não fiquemos tão dependentes das cotas de televisão. Não podemos ficar obcecados em mudar ou se manter de divisão apenas por conta de dinheiro de televisão. Não podemos ser tão dependentes da CBF. Temos duas torcidas imensas, que se motivadas podem tornar o campeonato cearense tão viável quanto a Copa do Nordeste. Com isso alavancar socio-torcedor e bilheteria. Com isso melhorar a estrutura fisica e de time. Falta competência para isso. Falta coragem para mudar.
    Temos problemas de inclusão social que o futebol poderia tanto ajudar a amenizar como poderia ao mesmo tempo se alimentar dessa garotada que seria incluída e reforçaria as categorias de base.
    Tudo é uma questão de querer fazer e fazer diferente. Uma questão de coragem.
    A imprensa deve ajudar no sentido de não transformar em um dramalhão, um simples jogo de decisão para o acesso, que em condições normais o Fortaleza teria vencido com um pe nas costas, mas por conta dessa ansiedade acaba por não render em campo. A imprensa não pode querer transformar o Fortaleza e o Ceará em Barcelona e Real Madri a cada duas vitórias seguidas e nem destruí-los a cada duas derrotas seguidas. Tem de ser parceira e objetiva.
    Afinal a desgraça de Fortaleza e/ou do Ceará não contribui para ninguém. TODOS perdem.

  • João disse:

    Completando.
    A situação por que passa o Ferroviário é exatamente a mesma. As únicas diferenças são que o Ferrão está em um estado de degradação mais avançado que Fortaleza e Ceará, e o tamanho das torcidas. Fortaleza e Ceará estão em pleno processo de ferroviarização. Se nada for feito daqui a uns 10 anos seremos um futebol completamente “Fora de Série”.
    Triste mas é para onde caminharemos se nada for feito AGORA.

  • Jeová disse:

    Sou torcedor do Ceará. Sempre achei essa imbecilidade de quanto pior melhor para cada lado só quem perde é o futebol cearense. Acho que todos os clubes cearenses deveriam se unirem para colocar o maior número de times nas diversas séries dos campeonatos (de preferência as primeiras). Acredito que a Federação Cearense é quem deveria tomar a frente dessa união. Quem ganha é o futebol cearense. Quem sabe assim teríamos menos violência no futebol.

  • Anacleto disse:

    Se lamentar de que? Se todo ano é a mesma coisa e esse ano eu já sabia antecipado, porque podiam tá jogando até hoje que o insignificante Lúcio Maranhão não faria um golzinho sequer prá tirar o dedo. Puxa vida, quanta incompetência desse cara e do Chamusca que não ouvia a torcida e teimava em escalar essa desgraça. Mas a maior merda foi a escalação do Radar no primeiro jogo e a não escalação do Pio no segundo jogo, pois é o único que sabia chutar no time. O doido do Maranhão só chuta prá cima e o Daniel Cabeção não sabe cabecear. AGORA É TARDE. JÁ NOS LACOU NOVAMENTE.

    ESTAMOS ESPERANDO O VOVÔ DO CANAL NO INFERNO.
    AGUARDEMOS.

  • Denilton disse:

    Prezado

    Realmente os times do futebol cearense precisam se unir para reestruturar algumas coisas. Isso não significa que a rivalidade vai ficar de lado, mesmo porque esporte sem rivalidades não tem graça nenhuma. Significa sim que é preciso melhorar o calendário, viabilizar os pequenos clubes reveladores de talentos, valorizar a formação de atletas, impedir que os empresários se infiltrem nos clubes e roube-os dos clubes formadores.

    Significa se reunir com a AMC para que ela pare de engarrafar o trânsito em dia de grandes jogos e, pelo contrário, privilegie a chegada do torcedor ao estádio. Significa conversar com o Sindiônibus para que o transporte público funcione nos dias e horários das partidas.

    Por outro lado as torcidas organizadas e, se for o caso, os clubes, precisam ser responsabilizadas pelas depredações do estádio e doa ônibus. O MP e a Justiça precisam também atuar para diminuir essa violência, em especial nos dias de clássicos.

    O futebol cearense, assim como o futebol brasileiro, ainda existe por causa da paixão do torcedor. Mas esse torcedor está deixando de ir ao estádio e as novas gerações estão partindo para outros esportes ou para clubes do exterior. Se não melhorarem o espetáculo e o conforto, breve o nosso futebol estará quebrado.

    Quanto a estar em série A, B ou C, isso é consequência do planejamento e condução de elenco, assunto fora do tema desse post.

    Mas eu não escrevi em momento algum que a rivalidade tem que desaparecer. Eu abro o texto justamente escrevendo sobre ela. Me refiro, não é difícil entender, a situações que ajudariam a todos os times.
    FG

    • Amaury disse:

      Em 2016 deveremos começar a mudança de forma simples … mudando para o PV, dar um tempo na megalomania, se um tem média de 16 mil e o outro de 17 mil demais para o futebol medíocre que jogaram este ano para que torra tanta grana engordando empresários sem nenhum compromissos com os clubes? O estadual é op bêabá de sempre festa de dois e a terceirona será um nordestinho com o Remo, então que tragam Flávio Araújo, Marcelo Vilar e Oliveira Canindé técnicos simples, vencedores e dentro da nossa realidade, em vez de bondes do sul trazer bons jogadores do nordeste que existem às pencas e adorariam vestir as gloriosas camisas alvinegra e tricolor. Farão isto? Quase certamente não, afinal tem eleição né?

  • luis disse:

    É SEMPRE ASSIM; BASTA O CEARÁ ENTRAR PELO CANO . A IMPRENSA LOCAL JA COMEÇA A PREGAR UNIÃO . O FORTALEZA AMARGA A SERIE C A 6 ANOS . NINGUEM SE PREOCUPAVA.
    BASTOU O CEARÁ AMEÇAR CAIR JA SE ENCETA MOVIMENTO. HORA VÃO PRO RAIO QUE OS PARTAM. QUEREMOS É QUE ESSA PORCARIA SE ACABE.
    VÃO CUIDAR DO CEARÁ DE VOCES.

    Delírio detectado em grau máximo.
    FG

  • aldenor disse:

    É trinte que tudo isto esta acontecendo. Além do Ceará não ter aproveitado o embalo de campeão da copa do nordeste, por outro lado o time do Fortaleza na atual década, mostrou ser um time fraquíssimo. A prova esta aí amargando 7 anos de serie “c”, e o pior de tudo é que o time esta quebrado financeiramente.

  • ferreira disse:

    So tigo uma coisa enquanto os torcedores da parte sul sudeste ficam duelando pra ver quem é o maior vencedor de competições importantes,nos torcedores cearenses ficam se vangloriando por que um venceu mais o campeonato cearense do que o outro nossa campeonato cearense como se fosse importante enquanto ate o Sport tem 1 copa do brasil e participou de libertadores noses so temos cearense e agora q um time cearense finalmente consequiu o titulo q n fosse cearense ou seja uma vergonha times que nunca nem jogaram o jogo internacional oficial enqunto isso a chapecoense time do interior vai enfrentar o river playte da argentina times fracos torcedores fracos so pensam pequeno so pensam em cearense a verdade seja dita fortaleza e ceara são dois times pequenos sem tradiçao no futebol nacional times q se vangloriam por ser campeao cearense ou passar 1 ano na serie A por que sempre era assim o máximo q os times cearenses consequiam ficar na serie A era uns 2 anos ou seja grande coisa pense o futebol cearense estar falido

  • MATA-MATA MATADOR ALVINEGRO disse:

    Agora falando sério!!! Rivalidades à parte. Esse é o nosso futebolzinho mesmo. A começar pelos dirigentes que são amadores e a imprensa que é tendenciosa (vê lá Grazianni, nada contra você). Mas enquanto nos outros estados a imprensa faz tudo para alavancar seus clubes, a nossa ao contrário faz igual torcedor de arquibancada, ou seja, fica puxando o tapete dos times que não lhe são afetos. Quanto aos dirigentes, esses ou são fracos, incompetentes ou mal assessorados, só sabem olhar para o umbigo ou vislumbrarem cargos políticos à custa dos simplórios e apaixonados torcedores.
    E não se iludam pois esse status quo ainda vai permanecer por muito tempo. Basta ver como a madrasta (CBF) nos trata e os clubes e a imprensa do sul.
    De qualquer modo, bola frente e sorte aos dois na CZONA do ano que vem.

  • cleyton disse:

    Acho que os grandes do futebol cearense só irão abrir os olhos quando os times do interior do estado se organizarem e começarem a ganhar o campeonato cearense, pois todos os anos os times do interior faz um bom campeonato mas quando chega nas finais esquecem de jogar, ai entra a superioridade dos grande e pronto, acaba tudo o que fizeram no ano. Eu quero ver o ano que um time do interior vai ser campeão cearense, vai mudar muita coisa sim com certeza, eu sou torcedor do leão e vou continuar sendo sim, mas acho que tá na ora do interior ser campeão também, falta eles se organizarem, e vai mudar tudo.

  • Galera alvinegra é impressão minha ou aquele torcedor que se intitulava sofredorvozao sumiu ou realmente ele tá sofrendo com a permanência do time dele na serie C?não apareceu mais aqui no nosso espaço para dar o ar de sua graça.

  • acho engraçado que reconhecemos um torcedor do fortaleza de longe, quando vão falar da decadência de seu clube tem que colocar o Vozão no meio,calma gente colorida ainda não tem nada confirmado,mas caso se confirme,vocês tem que entender que vocês estão a sete anos na C,quer dizer 7 não 14 anos,agora que podemos conhecer esse inferno e nem por isso vocês acabaram com essa arrogância de costume.enquanto se preocuparem com o vozão vai morrer na serie C.TENHO DITO.

  • Pedro Mallmann disse:

    É notória a falta de percepção da maioria dos jornalistas do nosso Estado. O senhor Graziani, em seus comentários, tece críticas às atitudes dos dirigentes de Ceará e Fortaleza por estarem “vibrando com a desgraça alheia” ao invés de trabalharem juntos em prol do profissionalismo no futebol cearense, mas ao mesmo tempo descreve como “necessária e fundamental a rivalidade dos torcedores para a existência do esporte”. Não percebe, o jornalista, que essa “rivalidade” concebida como algo “essencial ao esporte”, na verdade se trata de uma linguagem, usada por muitos na mídia, de forma consciente ou não, que serve como mais um canal condutor da violência que está presente na sociedade. Ademais, hoje, a ausência de “senso crítico” está muito mais presente nos formadores de opinião do que no meio das massas. Vejo muitos torcedores a perceberem, com bastante precisão, a contribuição e a participação de outros agentes na propagação da violência no futebol cearense, entre eles estão os jornalista e radialistas, além dos dirigentes de clubes e integrantes da FCF já apontados. Sim, “será preciso deixar a omissão de lado, levantar a bandeira da coragem e liderar uma reação”, não só por parte daqueles citados por você, senhor Graziani, mas também, e sobretudo, por parte daqueles que possuem o poder midiático, fazendo uma “mea culpa” e denunciando a parcela de responsabilidade da imprensa em relação a violência no futebol alencarino.

    Eu respondo pelas minhas atitudes e certamente não tenho qualquer responsabilidade pala violência do futebol cearense. Sugiro que vc interpele e acuse quem você acha que faz isso na plataforma de cada um. No mais, rivalidade é querer que o outro time perca, apenas isso, não é querer matar ou ter ódio de outro ser humano. A rivalidade é, sim, essencial.
    FG

    • Amaury disse:

      Por favor senhores todos sabem de onde parte a incitação estúpida e travestida não explícita à violência e não é apenas de parte da imprensa, em nome da decência o que diabos Graziani tem a ver com isto? Nada, é um profissional correto e de muito futuro por sua serenidade e isenção, soframos mas com dignidade, isto passará.

  • Erivaldo Braga disse:

    Parece contraditório essa mesma imprensa pedir paz no futebol quando há bem pouco tempo foi a mesma que incentivou agressões ao tjd diante de uma possível punição ao time de sua preferência.

    Não generalize. Eu não sou “a imprensa”, nem quero ser. Isso aqui é um blog e o texto é o meu pensamento, não de toda a imprensa. Deus me livre, inclusive, ter a mesma opinião de tanta gente ruim por aí, deixando claro que tem muita gente boa tb.
    FG

  • terco lima disse:

    Interessante um montão de gente comentando e concordando com o texto do FG, mas é claro alguns posicionamentos onde o foco é a situação do FEC para 2016 dificilima, barra pesada, mas na situação para o ceará ninguem toca, e quando fala alguma coisa, não expressa o mesmo desdém como quando se referem ao Leão. Olha isso tudo é hipocrisia, em qualquer pedaço de terra desse Brasil, este desejo do torcedor de que o rival se exploda está presente e sabe quando isso vai acabar, NUNCA. Puxa, seria excepcional se essas baboseiras terminassem, mas não tem jeito sempre vai existir isso, infelizmente. Sobre o que aconteceu com o Leão, não culpo 100% o elenco, mais responsabilidade dessa catástrofe aponto o Chamusca, que amarelou e mesmo precisando da vitória com placar mínimo para pelo menos decidirmos nos penais, repetiu o mesmo time do jogo de ida, onde todos viram o fiasco que foram Sobralense e Everton, e mesmo assim, foram mantidos como titulares. A demora nas substituições foi também fundamental para não haver reação. Enfim, a mudança imediata tem que ser da comissão técnica, depois quem vier, fará os devidos cores e necessárias e urgentes contratações. É isso….

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Quando duas diretorias rivais trocam gentilezas o colunista vem espinafrar a atitude? E o futebol cearense é reflexo da violência de Fortaleza e do nordeste? E onde se pode ver, no mundo, clubes rivais atuando conjuntamente para o bem de todos? E qual futebol estadual é forte porque todos os times do estado cresceram?

    E falando em concretude, o que há de concreto no último parágrafo? O que é levantar a bandeira da coragem? Um dos aspectos do futebol é “processos”? O colunista poderia citar pelo menos uma ação propositiva e inteligente ou vai guardar isso para si?

    Rpgério, gostaria que vc lesse novamente o texto, se é que realmente leu, porque todas essas questões estão respondidas lá de forma bastante clara. Entretanto, posso fazer algumas observações. A primeira é que se trata de uma reflexão pessoal e ninguém é obrigado a concordar, pelo contrário. Cada um pensa o que bem entender. Eu não espinafrei o afago mútuo, apenas citei que é uma hipocrisia essa troca infantil de mensagens, tendo em vista tudo que é feito nos bastidores para que o rival sempre esteja na pior, cada vez mais esmagado. Agora, quem é desprovido de senso crítico tem todo o direito de achar que foi uma genuína manifestação de carinho e respeito no twitter, tudo com a chancela da espetacular CBF, entidade que está acima do bem e do mal.

    A violência do futebol de Fortaleza é reflexo da sociedade violenta, não guarda relação com aspecto técnico, que cito em outra parte do texto. É inacreditável que vc tenha lido e não entendido. Se estamos numa das cidades mais violentas do planeta, o futebol será violento porque ele não é uma ilha de paz em meio ao caos.

    Levantar bandeira da coragem é passar a enfrentar de frente problemas comuns que, resolvidos, farão muito bem a ambos e ao futebol estadual, como busca de patrocínio, melhorias no Castelão, cuidado com o torcedor e cliente, gramados melhores, calendário melhor, campeonato melhor, ações integradas de cobrança de torcedores destruidores de patrimônio, projetos perenes que estimulem a educação, a cultura e tantas outras medidas das mais variadas áreas. Tudo isso sem afetar a rivalidade do campo. Não é difícil entender, basta querer. E, sinceramente, eu sou responsável pelo que eu escrevo, não pelo que vc acha e interpreta do que está ou não escrito.

    FG

  • wilson disse:

    Sem comentários, parabens pelo belo texto, que análise claro. Todos que fazem o futebol local deveria ler este texto e te-lo cm roteiro para uma total reformulação do futebol cearense. Sempre disseram, nós temos torcida de ptimeira pq lota estadios e dirigentes de terceira pois trabalham provincianamente. O presidente da FCF é conhecido nacionalmente como babão da CBF e nada faz para soerguer o futebol local. Este ano estamos indo ao fundo poço! Parabens mais uma vez pela clareza de análise e de propostas.

    Fico feliz que vc tenha compreendido o texto, wilson.
    FG

  • FLÁVIO disse:

    Concordo com o Terço Lima. Que se pode esculhambar o Fortaleza, mas se fala do time arrogante da carroça é um “Deus nos acuda”. Alguns, como o Graziani, fala quando deve falar do Fortaleza ou do ceará. Mas outros fazem média para melhor passar. Na quarta(4ª) maior cidade do país estaremos no décimo quinto(15º) lugar futebolisticamente falando, com a queda do canal para a série c. E a lei de Talião vinga entre os clubes rivais…..do mundo inteiro.

  • leandro silva disse:

    As causas da situacao atual do futebol cearense se deve a um conjunto de fatores, principalmente por dirigentes que usam o futebol pra se promoverem politicamente, uma federacao incompetente e inoperante uma imprensa ridicula que usa as paixoes clubisticas acima do dever da imprensa que deveria ser informar e promover nosso futebol acho uma hipocrisia um time desejar parabens a um rival quando nos bastidores pagam premios pros adversarios dos rivais ganharem jogo kkkkkk nos merecemos tamanha mediocridade deste futebol cearense.

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Quem escreve é responsável pelo que está escrito, e quem lê interpreta e tenta entender o que foi escrito. O inacreditável é que vc ache que outros não entendam o que vc escreveu e vc não se preocupe em escrever melhor, mas só em esculachar quem vc acha que não entendeu o escrito. Quem poderia imaginar que levantar a bandeira da coragem seria tudo isso que vc disse agora?
    A violência no futebol ou outros esportes não reflete uma sociedade violenta. Os hooligans, por exemplo, surgiram numa sociedade menos violenta que a nossa. Se compararmos com o que já aconteceu em São Paulo, Rio, Santa Catarina e Paraná, supostamente menos violentos que o Ceará, o que acontece aqui é fichinha. E na hora em que diretorias rivais tomam uma atitude apaziguadora você esculacha a iniciativa. Qual a lógica disso?

    Rogério, acho que vc está com alguma mania importante de perseguição ou sensibilidade demais. A todo momento cita que eu espinafro ou esculacho isso ou aquilo quando efetivamente não existe nada disso. Não faz qualquer sentido. É pueril demais achar que mensagens bobas no twitter vão melhorar alguma coisa se os clubes fazem de tudo para ferrar o outro e não trabalham pela paz de forma concreta. E lamento que você não saiba, mas o Estado do Ceará é o mais violento quando se fala em número de mortes ligadas ao futebol nos anos recentes no Brasil. São brigas absurdas e violentas em todos os Clássicos, com feridos e destruição. Mas se para vc isso é fichinha, não há como argumentar. Além disso, SP tem índice de homicídio por 100 mil habitantes seis vezes menor do que Fortaleza e todos os outros estados que vc citou são muito menos violentos do que o Ceará, basta pesquisar. Até mais e seja feliz.
    FG

  • AIRTON FILHO disse:

    Alguns comentários coerentes e outros não, assisti o jogo todo e ouvi alguns comentários distorcidos e incitadores para a violência de alguns da imprensa veste camisas. O mais engraçado é que divulgam todas as desordens dos vândalos que torcem pelo REI LEÃO, já quando é contra o time do KANAL se calam, como o ocorrido a bem pouco tempo, destruição nas mesmas proporções e até agressão por parte de dirigentes a arbitragem. Todos ficam caladinhos, ninguém viu, STJD não viu, tudo foi montagem e invenção. Não podem falar, muito menos punir, pois o bichim é líder do governo.

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Sugiro que vc leia novamente o que escreveu. Você não sabe do que tá falando ou não sabe se expressar. Você esculachou a troca de gentilezas pelo twitter. E quando uma comunicação não é eficaz, nem sempre a culpa é do receptor. E o ultimo parágrafo do seu texto é um amontoado de platitudes, sem nenhuma “concretude”.

  • Roberto Henrique disse:

    Vivemos-nos num estado barrista que não que ver a projeção do nosso futebol no Brasil, preferem viver da desgraça do seu adversário, quem pensa pequeno é assim lutar pra ver os dois grandes clubes cearense morrem abraçados; quero que Ceará e Fortaleza tenham projeções nacionais……

  • Celio Augusto disse:

    Uma ação violenta no futebol, ou seja, num ambiente esportivo caracterizado pela disputa, pode até não ser resultante, em maior medida, da violência social , aquela resultante da tragédia socioeconômica de uma sociedade excludente e preconceituosa. Mais esta última é mãe de todas as violências, inclusive aquela que acontece no futebol. Isso, para mim, é definitivo.

    Mas, meu caro, violência sempre vai encontrar estímulos na intolerância e na insatisfação pela vida, no caso inglês, bem próprio de uma sociedade que durante muitos anos dominou o mundo e agora figura entre as economias mais atrasadas da europa.

    Agora, ainda não encontramos solução para a seca, para o atraso econômico, para a péssima oferta de serviços básicos sociais, para o desenvolvimento urbano, para os graves problemas ambientais como a desertificação, para o trânsito etc. Então porque haveríamos de estar tão avançados na administração do futebol? Há muito o que fazer em todas as áreas e nesse ponto concordo com o FG: o futebol poderia contribuir em muito para a mudança desse estado de coisas.

  • Mário disse:

    Ess
    a rivalidade extra campo é o que mais mata o futebol cearense, no próximo ano na série C, se um puder matar o outro para não subir, assim o farão, sem dó nem piedade. E o futebol cearense? fica em segundo plano. Grandes torcidas, grande estádio e muito amadorismo dos nossos dirigentes. Política e futebol andam juntos no nosso Estado, infelizmente. E viva o futebol cearense!!!!!!!!!

  • glaudio moura disse:

    Nosso futebol tem estádio de copa e torcida fanática, mas assim como o povo brasileiro não aprendeu a votar e eleger bons políticos, não aprendemos a torcer. Enquanto isso temos dirigentes que visam o enriquecimento pessoal, busca por mídia e poder. Temos exceções, diria que temos momentos de exceções. Presidente da federação tá mais preocupado em viajar para o RJ e manter os benefícios que conseguiu alisando o “inocente” Del Nero a criar um estrutura de fortalecimento do nosso futebol. Enquanto a torcida ficar pegando corda com pouca coisa e colocando dinheiro para essa turma ficar aumentando patrimônio e construindo carreira politica nosso futebol será no máximo de segunda, pois além disso tudo que citei…sinto que nossos dirigentes não querem crescer, não querem o time na primeira divisão, pois o sonho da primeira praticado na segunda ilude melhor e rende mais lucros.

  • Amaury disse:

    Aos profetas do apocalipse arautos do besteirol vamos a fatos, num ano péssimo o Ceará arrecadou no ano 3 milhões 946 mil e público médio de 14 mil na bezona, o Fortaleza arrecadou 4 milhões 137 mil e teve público médio de 18 mil na terceirona, terão de novo sem dúvida depois que o choro for engolido. Se souberem motivar as torcidas isto pode ser até melhor ano que vem. Calculo que mesmo na série C Ceará e Fortaleza terão receitas mensais líquidas em torno de 1 milhão já que receberão cotas de TV nas competições, patrocínios, cotas de participação e terão algo em torno de 7 mil sócios adimplentes que lhes renderão 300 mil mensais líquidos já inclusos acima. Dá prá encarar e subirem os dois em 2016 e desta vez não duvidem. Anotem e me cobrem depois.

  • Caro Graziani, como sempre você muito feliz em suas colocações. Não querendo “encobrir” os erros das administrações de FEC E CSC, na minha humilde visão, o divisor de águas para a mudança no futebol cearense, será começando com a mudança na FEDERAÇÃO CEARENSE. Uma entidade que para mim é uma eterna “caixa preta”, transparência 0. O negócio só pode ser muuuito bom. E outra coisa, sei que você não tem “camisa” aqui no nosso estado, perdoe aos desinformados. Você é diferenciado. Abraços de um tricolor tranquilo

  • Faoly disse:

    Concordo plenamente com você, mas tem outro detalhezinho! O futebol do nosso estado, em campo, é uma desgraça. Dirigentes aproveitadores. Os eventos da crônica por aqui parecem mais programas policiais. Você pode se colocar como uma exceção, mas os caras não ajudam, eles denigrem a imagem. Esse é o foco. Eles não descobriram ainda que o torcedor quer apenas a informação! e ainda usam o chavão de “bomba de mil megatons” há anos ultrapassada antes mesmo de Hiroshima e Nagasaki. Estamos ainda nos comentários intermediários. Tem uns que se ligam nas palavras lindas dos dicionários para ver se encanta. Parece que não entendem que o caminho é a INTERATIVIDADE, como nos outros centros. Assassinam a língua portuguesa com o machovéi e a machavéa da vida. Por outro lado, temos uma mentora que vibra quando seu filiado perde! Que não grita, não trabalha nos bastidores por seus filiados. Árbitros que assaltam de maneira perene o trabalho de clubes aqui da terra e fica por isso mesmo. Nada se faz. Um torcedor doente que não dirige com imparcialidade e nem com esmero pelos seus. Apenas viaja. Uma decisão aqui, outra fora e ele sumido. Dirige a mentora com natureza vulgar, dura e insensível. Se o meu está no limbo, eu quero o teu também! Programas de torcidas que só servem para incentivar a desordem e o rancor. Por aqui, os delírios midiáticos são incríveis pelas cores, onde a paixão ardente e a razão jamais se encontrarão, porque os tais professores “experientes” são ultrapassados. E sabe qual é o fim? Pobre futebol cearense! Precisa ser passado a limpo em tudo! Jamais teremos o encanto de Cruzeiro e Atlético-MG, Internacional e Grêmio, Bahia e vitória, Sport e sempre outro lá em Recife. Por aqui tudo é de terceira. Tudo em seu lugar! Amarraremos os burros, onde os burros dos donos mandam! Talvez para a eternidade.

  • Pedro Mallmann disse:

    Conceito é aquilo que o espírito concebe ou entende; é a ideia, enquanto abstrata e geral.
    Essência é natureza íntima das coisas; é aquilo que faz que uma coisa seja o que é ou que lhe dá a aparência dominante; é aquilo que constitui a natureza de um objeto.
    Os significados das palavras acima foram extraídos do dicionário Michaelis.
    O senhor Grazini e outros formadores de opinião concebem a rivalidade exatamente pelo conceito que receberam de seus formadores de opinião que atuam (ou atuaram) no jornalismo. Veja o que diz o jornalista sobre o tema rivalidade:
    “rivalidade é querer que o outro time perca, apenas isso, não é querer matar ou ter ódio de outro ser humano”. A rivalidade é, sim, essencial”.
    Eu, como simples torcedor, entendo a rivalidade pelo confronto do conceito da palavra, que engloba todas as definições possíveis do substantivo, com a essência do ser, que justifica o conceito da palavra. Assim, retirei uma pequena amostra no google de fatos históricos que abrangeram a rivalidade para expressar o meu entendimento sobre o que a palavra efetivamente representa numa cidade “violentíssima e [que] lidera o índice de homicídios no Brasil, com assustadoras 77,3 mortes a cada 100 mil habitantes. [E que] é um dos lugares mais perigosos do planeta, assim como toda a região Nordeste do país. [E que por isso tem] um futebol naturalmente violento, desconfortável, difícil, [e] segregador.
    Fiquem à vontade para tirarem as suas próprias conclusões se a rivalidade é essencial ao esporte, como acreditam os jornalistas e outros formadores de opinião.
    1. Rivalidade entre Estado Islâmico e Al-Qaeda – Resultado: Guerra terrorista
    “A agência de inteligência estrangeira da Noruega declarou hoje que a rivalidade entre o Estado Islâmico e a Al-Qaeda tem aumentado nos últimos tempos e pode levar a mais ataques terroristas no Ocidente”.
    Fonte: http://br.sputniknews.com/mundo/20150212/147533.html#ixzz3p6dBze3K
    2. .Rivalidade entre EUA e URSS – Resultado: Guerra Fria
    “Ao término da Segunda Guerra, os EUA eram o país mais rico do mundo, porém eles teriam que enfrentar um rival, ou seja, o segundo país mais rico do mundo: a URSS. Tanto os EUA (capitalista) como a URSS (socialista), tinham ideias contrárias para a reconstrução do equilíbrio mundial, foi então que começou uma grande rivalidade entre esses dois países. Quem era melhor? Esse conflito de interesses que assustou o mundo ficou conhecido como Guerra Fria”. Fonte: http://www.infoescola.com/historia/guerra-fria/
    3. Rivalidade entre Alemanha e França – Resultado: Primeira guerra mundial
    “Existia também, entre duas nações (Alemanha e França) poderosas da época, uma rivalidade muito grande”. Fonte: http://www.sohistoria.com.br/ef2/primeiraguerra/
    4. Rivalidade entre EUA e URSS – Consequência: Segunda Guerra Mundial
    “Uma das maiores consequências da Segunda Guerra foi a rivalidade entre esses 2 países, rivalidade esta, que resultou na Guerra Fria”.
    Fonte: http://www.infoescola.com/historia/segunda-guerra-mundial/
    5. Rivalidade entre Roma e Cartago – Resultado: Guerras Púnicas
    “As Guerras Púnicas tiveram como causa a rivalidade entre Roma e Cartago”. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerras_P%C3%BAnicas
    6. Rivalidade entre Gregos e Turcos – Resultado: Guerra no mediterrâneo Oriental
    “Rivalidade entre Turquia e Grécia impediu a paz na ilha paradisíaca do Mediterrâneo Oriental “
    Fonte: http://www.dn.pt/globo/interior/rivalidade_entre_turquia_e_grecia_impediu_a_paz_na_ilha_paradisiaca_do_mediterraneo_oriental_1709714.html

    Senhor Pedro, que viagem impressionante! Estou até sem palavras diante de tanta falta de entendimento e necessidade de interpretar uma palavra no sentido literal, sem levar em conta o significado prático real. Era realmente o que faltava para o blog. Que coisa inacreditável.
    FG

    • Robson disse:

      Isso é purismo semântico. A rivalidade aqui tratada e a rivalidade exemplificada estão em planos completamente diferentes.

      Infelizmente essa é outra marca dos tempos modernos e das mídias sociais: cada palavra escrita é prontamente interpretada como algo negativo por uma ideologia extemista do politicamente correto.

      O melhor mesmo é ignorar, as vezes é só vontade de chamar atenção.

      Saudações Tricolores.

    • EDSON LIMA disse:

      Só faltou falar das decisões da Corte Internacional de HAIA que envolveu a guerra separatista da Iuguslávia…

      Que viagem doida!!!!

      GANZ VERRÜCKT!!!!

    • Pedro Mallmann disse:

      O grande escritor inglês G.K. Chesterton disse: “Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde”. Vejo que a profecia do escritor está consumada.

    • Salles Neto disse:

      Rindo até a próxima década kkkkkkkkkkkkk

  • joao henrique falcao disse:

    Depois daquelas tres vitorias que tiraram o Ceara da lanterna o time nunca mais ganhou de ninguem. a coincdencia é que a partir dai o Ricardinho voltou de contusão. ou seja. com ele em campo o Ceara nao vence. sera que isso tem algo a ver ou é so coincidencia???

  • Flávio disse:

    Umberto Eco disse que as redes sociais se tornaram espaços para imbecis falarem,esbravejarem sobre assuntos que pensam que entendem.Caro Graziane,as vezes até discordo de você,o que é normal,mas quero parabenizar pela coerência e sensatez de seu texto.Um abraço!

    Flavio, a discordância é muito legal, mas geralmente ela vem com acusações, ataques pessoais, xingamentos e revolta. Quando não se concorda, a pessoa passa a atacar o emissor, de forma covarde e pessoal, destilando ódio e delírios, e isso realmente é triste. Obrigado.
    FG

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Não sabia que o Ceará liderava ranking com número de mortos por causa do futebol. Poderia citar uma fonte? Quando citei estados supostamente menos violentos que o Ceará e disse que lá a barra é mais pesada que aqui, entre as torcidas, foi justamente para contestar a afirmação de que a violência aqui se refletia no futebol, sendo o Ceará mais violento. E acredita quem quiser que em São Paulo se mata seis vezes menos que aqui ou mesmo que se mata menos do que aqui. Estatísticas sobre São Paulo sempre são fraudadas.

    Eu sabia que tinha algo nos seus comentários – a única pessoa que não entendeu o meu texto, independente de discordar ou não – e agora a coisa fica clara. Pelas suas palavras vc não gosta de São Paulo, desconfia do que vem de lá e aí o fato de eu ter nascido em São Paulo complementa o seu rancor por mim. É mais fácil atacar o emissor do que argumentar. E se vc tem dúvidas dos dados oficiais do próprio governo do Ceará, do Ministério de Justiça, de ONGs internacionais, realmente a coisa é bem grave. Soberba pouca é bobagem. Da minha parte, na boa, já deu. Não há argumento diante de alguém que tem ideias pré concebidas. De qualquer modo, obrigado pela audiência no blog e pelos debates. Até.
    FG

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Ah! e esqueci de dizer: não me cito perseguido. Quando vc diz – e diz diversas vezes – que “‘é inacreditável que vc não tenha entendido o texto “, vc está esculachando a pessoa.

    quando vc diz que “O tom amistoso entre os clubes nas redes sociais é, entretanto, inócuo, pode enganar alguns desprovidos de senso crítico (ou muitos), está longe de qualquer concretude e flerta com a hipocrisia” está esculachando a troca de gentilezas entre rivais e, de quebra, ainda chama de desprovidos de senso crítico quem não vê nada demais ou mesmo gosta do tom amistoso adotado pro Ceará e Fortaleza.

  • HERZIO santos disse:

    Gostaria que o o repórter além de dar a solução dos problemas do futebol cearense, que ilustrasse aonde uma união de clubes com tão acirrada disputa deu certo , aqui no Brasil OK.

  • Salles Neto disse:

    Graziani, você é um jornalista fantástico e esse texto é apenas um exemplo disso. Quem dera metade de nossa imprensa desportiva tivesse um terço dessa responsabilidade ao noticiar, em vez de sair gritando (literalmente) absurdos e propagando boatos sem fundamentos. Um ano atrás eu concordaria com reservas com seu post, mas hoje vejo ser perfeito.

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Eu fui a única pessoa que não entendeu o seu texto? Quando se discorda de vc é porque não entendeu o texto? E eu que tenho soberba? Dê uma olhada para a resposta que vc deu a Ivan Lima, Denilton, Pedro Mallmann. E a resposta que vc deu ao comentarista Rogério? O comentário dele é o décimo quarto, e vc diz: “Que bom que pelo menos alguém entendeu o texto, Rogério. Agradeço.FG”.

    Eu não conheço São Paulo nem tenho nada contra paulistas por serem paulistas. Pouco me interessa onde vc nasceu. Não acredito em estatísticas sobre São Paulo quanto à violência porque várias já foram fraudadas e manipuladas. Já li sobre isso até na Folha de São Paulo. Se não quiser responder sobre a fonte que diz que o Ceará lidera o número de mortes relacionadas ao futebol, não diga, mas não venha se vitimizar.

    Argumento é só o que tenho e que uso. Você esculachou, sem motivo nenhum, uma troca de gentilezas entre diretoria de times rivais e disse que os que concordam com isso são desprovidos de senso crítico e quer porque quer que todo mundo concorde com vc.

    Acho que você melhoria se tentasse parar de achar que é superior aos outros.

  • Pedro Mallmann disse:

    Citei fatos históricos mostrando que em TODOS eles sempre a rivalidade esteve presente, provocando guerras e causando mortes em decorrência da inveja, ódio, ressentimento, e outras vezes, como acontece no esporte, por motivo de insulto e deboche. Aí o senhor Graziani e bajuladores tentaram deturpar a mensagem que há por trás dos exemplos que citei.
    Gostaria, então, que os “portadores do senso crítico”, citassem-me um único caso de rivalidade “sadia” que existe (ou existiu) no mundo, e que pôs termo a guerra e a violência no esporte, pois até agora o que vejo são meras tentativas de resolver o problema com a negação da realidade. Ou seja: se as ideias do idealista não correspondem aos fatos, que se dane a realidade.
    A rivalidade é composta de vícios humanos como a inveja, o ódio, o ressentimento, que são motivadores do insulto e do deboche.
    Ante o exposto é uma utopia acreditar que a rivalidade é algo essencial ou sadio ao esporte Portanto, “jornalistas”, amiguinhos de “Twiter” ou de qualquer outra “rede social” e “torcedores”, querer naturalizar a rivalidade é recusar a realidade e contribuir, ainda que de forma inconsciente, para a violência no esporte. Não é normal provocar, insultar e zombar da crença ou da paixão do outro e desrespeitar o sentimento alheio.
    Sugiro ao (*) torcedor que desejar efetivamente a paz no futebol que mergulhe lá no seu âmago e busque sentir o que se passa em seu interior quando o seu time de futebol perde campeonatos para o adversário ou quando ele é rebaixado ou mesmo não consegue subir de uma série para outra, e depois disso procure analisar as reações que se manifestam dentro de você quando o outro despreza o seu sentimento nas ocasiões citadas.
    (*) A palavra torcedor, refere-se à pessoa que vivencia o futebol, que vai aos estádios, que participa dos eventos da agremiação e que com ela se preocupa e através dela se emociona, sofre. Não falo do mero simpatizante de um time de futebol, tipo aquele que se o time dele perde ou mesmo ganha, para ele isso não significa nada em sua vida

  • Rogério Ferraz Alencar disse:

    Pois é. O grande jornalista, quando sem argumentos, e confrontado com o que ele mesmo diz, censura, esconde o comentário onde é desnudado. Mas é isso. Quem tem poder sobre algo – liberar ou não comentários – pode fazer uso do poder que tem. E, muitas vezes, o exercício do poder revela covardia.

    Você está me chamando de covarde, uma ofensa absurda e que eu poderia perfeitamente não liberar, afinal, poderia interpretar isso como ofensa direta à minha honra. Jamais lhe ofendi. Mais uma vez vc esquece qualquer argumento do conteúdo dos textos para me ofender pessoalmente. Todos os seus comentários foram liberados. Considero essa acusação absurda, lamentável e típica de quem realmente não se interessa pelo debate, mas nutre prazer na ofensa. Agora, acho importante salientar algo que escrevo várias vezes: os comentários ao longo dos dias e por vezes ficam de um dia para o outro, por isso extremamente injusta a acusação. Acho que vc tem todo direito de me achar um péssimo jornalista, como profissional, é legítimo, mas não vejo como o direito de me atacar pessoalmente. Aliás, tenho dificuldade em compreender porque uma pessoa odeia o meu trabalho e entra no blog e gasta o tempo para ofensas. Eu tento aqui dialogar, responder alguns comentários, algo que ninguém faz na imprensa cearense porque todos que escrevem ignoram solenemente essa interação, e dão bola mínima para o que as pessoas pensam. Acho, sinceramente, que essa discussão não vai levar a nada mais. Da minha parte, está encerrada. Se vc quiser continuar, fique à vontade.
    FG

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