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Pagamento do auxílio emergencial soma R$ 321 bi; valor deve impactar consumo

Auxílio emergencial: na imagem, há um pote de vidro despejando várias moedas de cor cobre e prata em uma mesa

Auxílio emergencial pode beneficiar empreendedores na retomada (Foto: Unsplash)

Ainda que o País enfrente uma crise financeira de proporções nunca antes vistas, empreendedores – especialmente os que comercializam bens essenciais – podem apresentar resultados melhores nos próximos meses. Isso porque, com o auxílio emergencial, houve um impacto positivo no consumo de alguns setores.

Segundo o Ministério da Economia, dos R$ 605 bilhões gastos com ações federais de combate à pandemia, R$ 321,8 bilhões foram destinados ao pagamento do auxílio emergencial, que agora segue até 31 de dezembro de 2020. Esse montante deve permanecer no mercado interno.

O impacto primário da medida representa 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, afirma o ministério, colocando o Brasil em posição acima da média de países avançados. No ranking de regiões que receberam maior fatia do auxílio, o Nordeste ocupa o segundo lugar – após apenas do Sudeste –, com 23% do valor destinado ao benefício.

As ações adotadas pelo Governo Federal também incluem políticas de proteção ao crédito no valor de R$ 325 bi, sendo R$ 93 bi em medidas de crédito com impacto primário e R$ 232 bi de ações com impacto secundário.

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